quarta-feira, 26 de junho de 2013

Ajude a si mesmo e a outros usando a Palavra de Deus – w13 04/15-T

Ao aceitar de coração a Palavra de Deus o nosso testemunho é verdadeiro, pois falamos com franqueza; isto é requisito essencial para se tornar publicador do Reino. A nossa confiança na Palavra de Deus e habilidade de usá-la no ministério nos ajudará a auxiliar outros a conhecer a Jeová e a ganhar salvação.

As “coisas” que aprendemos na bíblia é uma provisão amorosa de Jeová que atua como um guia para a vida eterna, ela nos faz permanecer sábios para a salvação.

Jesus Cristo ensinou seus discípulos a usar as Escrituras em seu ministério. Por exemplo, Pedro em Pentecostes de 33 da EC falou a uma multidão de pessoas citando vários trechos das Escrituras Hebraicas. A Palavra de Deus tocou os ouvintes, de modo que eles ficaram “compungidos no coração”. Outro instrutor foi o apóstolo Paulo que em Tessalônica falou por três sábados numa sinagoga, “raciocinando com eles à base das Escrituras”. Alguns judeus passaram a acreditar no messias Jesus e até mesmo uma grande multidão de gregos, os quais não adoravam a Jeová.

Que dizer das testemunhas de Jeová hoje? Será que assim como Pedro e Paulo, continuamos a utilizar as Escrituras? Certamente que sim! Os moradores reconhecem isso e até fazem disso nossa marca. Por exemplo: um morador na Suíça perguntou: “Você pertence a que religião?” ao que a irmã respondeu que ela e a companheira são Testemunhas de Jeová. Ele respondeu: “Só podia ser. Quem além das Testemunhas de Jeová viria à minha casa para ler a bíblia?”. A Palavra de Deus continua sendo fonte exclusiva de ensinamento pelas Testemunhas de Jeová.

Certamente ao ler a bíblia, entendê-la e aplicá-la é nosso objetivo. Do mesmo modo, ao proferirmos a Palavra de Deus, temos por objetivo passar o entendimento. Para fazê-lo eficazmente devemos aproveitar bem o tempo por evitar ilustrações complicadas e histórias que apenas divertem, mas sim explicar e mostrar a aplicação dos versículos de modo que ajude a assistência a se achegar mais a Jeová. Em um estudo bíblico domiciliar, o melhor a fazer é incentivar o estudante a se expressar, isso o ajudará a captar o sentido do ensinamento.

A bíblia também é proveitosa pra repreender; pode ser que logo pensamos em um ancião ou superintendente quando ouvimos este assunto, eles realmente possuem a tarefa de cuidar do rebanho, mas devemos prestar atenção a outro ponto muito importante: o de nos repreender.

O apóstolo Paulo anteriormente era “homem insolente”, a sua perseguição furiosa contra os cristãos era intensa antes de sua conversão, mas Paulo aprendeu a controlar seu temperamento; ainda assim, às vezes deve ter lutado para controlar seus sentimentos e palavras.

No exemplo do apóstolo Paulo, sempre é necessário pensar em Jeová para tomar a consciência de nos repreender, se for preciso. É necessário tirar tempo para realizar uma autoanálise e meditar na formação de nossos sentimentos, para revestirmos de uma nova personalidade em conexão com Jeová.

Paulo se empenhava em “golpear” de modo certo sua natureza imperfeita por fazer três coisas: meditar nas Escrituras, suplicar a Jeová e aplicar o que aprendeu na sua vida. Podemos nos beneficiar de seu exemplo porque travamos uma luta similar contra as nossas inclinações imperfeitas.

Nunca devemos ficar acomodados na nossa adoração. Em vez disso devemos “persistir em nos examinar” para termos certeza de que estamos realmente andando no caminho da verdade. Jesus Cristo repreendeu uma congregação no passado por causa disso, os irmãos daquela congregação foram perdendo a consciência aos poucos por causa dos atrativos do mundo. Nunca devemos permitir que isso aconteça conosco.

A Palavra de Deus é proveitosa para endireitar as coisas, às vezes, temos de dar o passo de “endireitar” as coisas com outros que interpretam mal a nós ou a nossas ações. Jesus Cristo fazia isso explicando a todos a Palavra de Deus com paciência e bondade, e muitos passaram a ter fé nas boas novas.

A segunda carta a Timóteo capítulo três, versículo dezesseis não dá base para abordar algum assunto de uma maneira áspera ou rude, porque a dura crítica quase sempre causa muita dor e raramente resulta em algum benefício. É como se alguém, portando uma espada ou uma faca na mão disse-se “preciso resolver um assunto com você!”; a pessoa iria ficar com medo e sair correndo. Para que a mensagem seja escutada e a pessoa reflita de coração, a linguagem deve ser branda e bondosa, assim como no exemplo de Jesus.

No caso de ajudar duas pessoas a resolver seus problemas, o irmão pode – sem tomar partido - raciocinar sobre princípios bíblicos com eles, poderá fazer isso com a ajuda de uma publicação bíblica. Tempos depois, perguntar sobre a situação que eles se encontram e se mostrar disposto a ajudá-los se necessário.

Se a preocupação é com uma amizade questionável do filho, por exemplo, a irmã primeiramente deve averiguar bem os fatos, se houver motivo para preocupação, poderá falar com o filho utilizando alguma publicação, passar mais tempo com o filho para fortalecer o vínculo, avaliá-lo na espiritualidade e na recreação, mostrar esta preocupação fará com que o filho fique motivado a aplicar seus conselhos e assim evitar uma escolha desastrosa na vida.

Da mesma forma paciente e bondosa, podemos encorajar os que estão preocupados com a saúde, desanimados com a perda do emprego ou confusos a respeito de certos ensinos bíblicos. Usar a Palavra de Deus para “endireitar as coisas” traz grandes benefícios para o povo de Jeová.

A Palavra de Deus é proveitosa para disciplinar em justiça, é verdade que nenhuma disciplina parece ser motivo de alegria, mas sim de pesar. No entanto devemos agarrá-la porque ela produz a justiça que nos conduz ao caminho da vida eterna.

A bíblia diz que a disciplina deve ser “em justiça”, assim, quando os anciãos precisam falar com alguém acusado de grave pecado, eles precisam investigar bem o assunto para obter todos os fatos.

Mesmo com motivos para se irritar com alguém que vituperou o nome de Jeová, o ancião deve agir com brandura, imitando “a qualidade benévola de Deus”. Ainda que somos imperfeitos, a aplicação da Palavra de Deus pode mover o errante a se arrepender.

Os pais devem aplicar princípios bíblicos na disciplina e na regulação mental de Jeová aos filhos, não deve ouvir apenas um lado do comportamento do filho, e lembrar que a ira violenta não tem lugar numa família cristã, Jeová é mui terno em afeição e é misericordioso.

O artigo está cheio de usos práticos da Palavra de Deus, por fazer várias referências a princípios e às qualidades de Jeová e Jesus Cristo a serem imitadas. A Palavra de Deus traz sabedoria, compreensão e entendimento, edifica a fé, nos protege e nos leva ao caminho da vida eterna. Façamos pleno uso de “toda escritura” ao servimos ao nosso todo-sábio e amoroso Deus, Jeová.

domingo, 23 de junho de 2013

O segredo da união entre irmãos é esta: quem comigo não ajunta, espalha. E juntar para Jeová é uma ação em conexão com Cristo, visto que ele disse: "Quem comigo não ajunta, espalha". Manter irmãos isolados é dar margens as divisões e não é de Deus a divisão de uma organização contra si mesma. Os perspicazes porém tendem de auxiliar os que são fracos, por agirem assim.

Sazon (o homem que tempera a mulher pra outro)

- Uma pitada de sal;
e fica sensacional.
- Não... mas com Sazon que fica bom.
- Eu prefiro com Knorr,
pode crer fica melhor.
- Gente, não é assim que faz.
Pra fazer uma salada,
e deixá-la preparada,
não é só jogar tempero
tem que exercer o dom,
pra saber jogar tempero.
- É verdade as vezes vejo,
uma com três cozinheiros!
Então vem um bem ligeiro:
- Eu que temperei primeiro!
- Já que você gosta disso,
Então tempera pros parceiros!
Afastai de meu coração, jogue para longe de mim, porque deveria eu pegar o instrumento de tortura da paixão se por mais que eu clame você olha para outro? Seu orgulho te impede de chegar à minha altura.
Quando um funcionário perguntou onde estava outro funcionário eu cai em redundância dizendo que ele “subiu, lá pra cima”, ao que ele replicou com ironia. E comecei a refletir porque disse isso, e concluir que foi para utilizar de poucas palavras prevendo evitar zombaria, demonstrar atenção e não precisar responder a mais pergunta por facilitá-lo no entendimento, visto que ele é de pouco “intelecto” associado ao caráter imundo dele. No que se deu minha “correção”, talvez tenha julgado pouco abaixo do eu ele realmente é, ou por ele já ter conhecido este clássico pleonasmo.

Este fato abriu outras questões como: O meu modo de falar com ele é um reflexo oculto dum efeito que a personalidade dele causa em mim? Eu poderia ter usado de outras palavras? Por isso que é bom ter amigos de moral, eles te trazem paz e não causam o erro, mesmo que seja de português.

Motivação

A motivação surge pelo estabelecimento de alvos, se não há alvo não há motivo para motivação. Mas a motivação não se restringe a apenas buscar alvos crescentes - segundo a definição que este mundo egoísta aprova. Ela também existe quando há o pensamento comum de manter o serviço de mais alta qualidade, que é atingível pelas virtudes que está estabelecida em todos. Um motiva o outro e ela sempre estará com eles.

A motivação é o resultado da satisfação que vêm da felicidade, que vêm do amor à vida, que vêm do amor a Deus. Somente no novo mundo o homem desfrutará pleno proveito de seu trabalho, compartilhando os resultados de seus esforços uns com os outros para o bem comum. E quem não coloca isto no coração no tempo devido, na viverá para exercer o bem, digo, porém isto, que este é o tempo estabelecido para reconciliar-lhe com Deus.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Epitáfio - Titãs

"Devia ter trabalhado menos
Complicado menos
Ter visto o sol se pôr.
Devia ter preocupado menos;
Com problemas pequenos
Ter abraçado o amor..."

Jeová – nosso lugar de habitação (w13 03/15-T)

Com relação a este mundo nos sentimos como forasteiros e residentes temporários porque sabemos que o atual sistema de coisas não é o que Deus intencionou aos homens. Chegamos a conhecer a verdade e a aceitá-la por viver na condição e sub a perspectiva futura de um novo mundo.

Apesar dos cristãos ainda não viverem num mundo que lhes foi prometido, Jeová faz aos seus servos algo similar ao que uma habitação traz: segurança, proteção, regozijo, paz, conforto, por exemplo, porque Deus é amor.

Podemos ler no artigo o cumprimento da promessa de Jeová de se tornar protetor de Abraão e sua descendência, no exemplo de Abraão e Isaque.

Quando chegou o tempo de Jacó (filho de Isaque) se casar, Isaque o designou para casar-se com uma mulher temente a Jeová, pois sabia do risco que uma mulher estrangeira traria a fé de Jacó.

Para começar a percorrer centenas de quilômetros, atravessando desertos, sem saber o que lhe aguardava e sub o perigo da viagem; ele poderia estar ansioso e um tanto inseguro por realizar a viajem sozinho, tem que deixar sua zona de conforto na segurança de sua família e se empenhar por uma viagem cheia de incertezas. Jacó diante de tantos esforços e risco poderia se perguntar se realmente estava fazendo algo que agradava a Jeová, poderia ter questionado seu pai, mas não foi isso o que Jacó fez, realmente esta etapa de sua vida exigiu muito da coragem e confiança de Jacó, porque o ser humano não está habituado por mudanças, é próprio do ser humano manter a sua situação e não se arriscar, apenas uma fé muito forte poderia colocar Jacó em movimento, vimos que Jacó realmente habitou em Jeová por confiar-lhe na sua proteção. Quando Jeová comunicou-se com Jacó, isto deu grande animo para Jacó continuar na sua viagem. Mesmo no futuro Jacó tendo sofrido injustiças, ele prosperou. Aprendemos pela sua história de vida que Jeová protege os seus servos.

Todos os servos de Jeová estão testificando a favor de Jeová e expõe um inimigo muito poderoso, inteligente e um cruel mentiroso e assassino. Estamos como que no andamento de um julgamento contra Satanás. Esse inimigo não tem conseguido silenciar o povo de Jeová por evidenciar que nós continuamos a prosperar espiritualmente – uma realidade que só tem uma explicação: Jeová ainda é nosso refúgio, uma “verdadeira habitação” para nós, em especial nestes últimos dias.

Os patriarcas não se colocavam na autoconfiança de se arriscar cair em tentação, porém eles davam muito valor aos princípios. Eles não precisavam seguir uma longa lista de leis porque seguiam os princípios que tinham segundo o que conheciam da personalidade de Jeová, portanto eles não permitiam que Satanás os atraísse para fora da habitação de Jeová. Jeová nos ajuda a resistir às maquinações de Satanás com provisões espirituais como: reuniões cristãs, adoração em família e “dádivas em homens” – pastores designados por Deus para nos consolar e apoiar na nossa luta contra os desafios da vida. Tudo isso são formas de reajustar-nos e termos bem em mente que estamos vivendo em um sistema que não nos pertence; para nos afastar das influências mundanas e tornar evidente o testemunho que damos de Cristo.

Outra qualidade dos patriarcas digna de ser imitada é sua disposição de se destacar como diferente das pessoas mundanas, evidenciando o espírito de Deus e não o do mundo. Se nos identificarmos como “Testemunhas de Jeová” para um vizinho ou parente e eles se surpreenderem, é porque existe algo errado. Pode ser difícil nos destacar como diferente deste mundo imoral, mas com a ajuda de Jeová Deus e o apoio dos irmãos podemos ser bem sucedidos. Isto nos ajuda a lembrar de que não estamos sozinhos e que todos os que querem servir a Jeová tem uma luta o travar, que venceremos se confiarmos em Jeová e fazemos dele nossa habitação segura.

No tempo em que Jesus surgiu na terra, existiam homens na expectativa da vinda do messias, do mesmo modo hoje, o grande dia de Jeová virá e existirão homens na expectativa deste dia - as Testemunhas de Jeová! - que tem bem em mente o que acontecerá com esse mundo; portando confiança na vinda do Reino e não esforçando para este mundo ou segundo o molde deste mundo, podemos nos basear na vida de Abraão que girava em torno do Reino e ele fez grandes mudanças pela fé, não é a toa que ele é chamado de “pai da fé”. Também estamos nos movendo e aguardando a “cidade” que Abraão aguardava: o reino messiânico.

Com a proximidade do fim do mundo as pessoas buscarão “refúgios de mentira”, nem cavernas ou organizações políticas ou comerciais comparáveis a montes darão proteção na grande tribulação, essas pessoas temerão por suas vidas por não possuem verdadeira habitação.

O povo de Jeová, no entanto, desfrutará segurança na verdadeira habitação – Jeová Deus. Não sabemos de que modo Jeová será uma “verdadeira habitação” no período tumultuado da grande tribulação, mas podemos ter certeza que como os israelitas na época do êxodo, teremos que ser organizados e alertas ás orientações divinas para estarmos protegidos. As milhares de congregações ao redor do mundo pode ser comparados aos “quartos interiores” de proteção preditos em Isaías 26:20.

Muito tempo depois de os fiéis patriarcas já ter falecido, Jeová disse a Moisés: “Eu sou o Deus de ... Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó.” Tempos depois, após citar essas palavras, Jesus acrescentou: “Ele é Deus, não de mortos, mas de viventes, pois, para ele, todos estes vivem.”
Revelação 21:3 diz: ”Eis que a tenda de Deus está com a humanidade, e ele residirá com eles.” De início, Jeová residirá simbolicamente com seus súditos terrestres por meio de Jesus Cristo. No fim dos mil anos, Jesus entregará o Reino ao seu Pai, tendo cumprido plenamente o propósito de Deus para com a Terra. Depois disso a humanidade levada à perfeição não precisará mais de Jesus como intercessor; Jeová estará conosco. Que maravilhosa perspectiva! Enquanto isso, portanto, esforcemo-nos em imitar as fiéis gerações do passado por fazer de Jeová nossa “verdadeira habitação”.

domingo, 2 de junho de 2013

Fragmento - Cassimiro de Abreu (modifiquei)

O homem nasce e cresce alegre e crente,
Traz os perfumes que lhe dera o berço,
Veste-se belo de ilusões na mente,
E um dia o vendaval do desengano,
Tirá-lhe as vestes que lhe dera o berço,
No frio da vida ele comete engano,
Afasta, busca e acha ser feliz

Nota que fez com que os ossos torça,
E vem a morte e lhe arranca do mundo,
Pobre insensato, quer achar por força,
Pérola fina em lodaçal imundo!


O homem nasce e cresce alegre e crente,
Traz as roupagens que lhe dera o berço,
Veste-se belo de ilusões na mente
Se afasta e quer se colocar n'altura
E um dia o vendaval deste engano,
Tira-lhe as vestes que lhe dera o berço
No frio da vida ele comete esgano,
Trabalha e luta até o que os ossos torça,
Até que a morte lhe arranca do mundo,
Pobre insensato, quer achar por força,
Grande tesouro em lodaçal imundo!
O pensamento tem que vir antes e estar com a execução, para não se torne apenas um projeto mas uma realização.
"Felicidade nada mais é do que boa saúde e memória ruim" (Albert Schweitzer)

"A tragédia não é quando um homem morre, mas aquilo que morre dentro do homem enquanto ele ainda vive." (Albert Schweitzer)
'Você me chama de "Meu filho" e me dá forças pra lutar; forças pra lutar e pra vencer.'
" Onde está o teu irmão?"
Em tudo que a gente batalha, é para ser lembrado.
Me sugira que eu faço.

Samba erudito - Paulo Vanzolini

"[...] Fiz uma poesia
Como Olavo Bilac
Soltei filipeta
Pra ter dar um Cadillac
Mas você nem ligou
Para tanta proeza
Põe um preço tão alto
Na sua beleza

E então, como Churchill
Eu tentei outra vez
Você foi demais
Pra paciência do inglês
Aí, me curvei
Ante a força dos fatos
Lavei minhas mãos
Como Pôncio Pilatos"

Comportamento no Armagedom

Acredito que no dia do Armagedom podemos ter duas escolhas: aguardar colher os frutos de riquezas que estávamos produzindo e posteriormente fugir, ou fugir imediatamente e aguardar num rochedo alto.
Também acredito que no dia do Armagedom podemos agir de duas maneiras: aperceber de sua chegada e nos preparar ou acreditar que as coisas se desenrolam da mesma maneira como foi com nossos antepassados.
"Dizem que sou cachaceiro,
Cachaceiro eu não sou,
Cachaceiro é meu carro,
Eu sou consumidor!"
(Baseado em Cachaceiro - Eduardo Costa)

Honre o grande nome de Jeová - W13 03/15-T

“Testemunhas de Jeová”, esta é a identificação do povo de Deus. Levar o nome do Deus Todo-Poderoso nos identifica como representantes de Jeová, e é um privilégio entendermos o significado de seu nome e a questão universal que envolve a santificação desse nome; ora um privilégio não é algo trivial, mas extremamente honroso; assim sendo vejamos três perguntas importantes: o que significa conhecer o nome de Deus? Como Jeová tem vivido a altura de seu grande nome, glorificando-o ainda mais? E como nós podemos viver à altura do nome de Jeová?

Um nome próprio é a identificação de alguém, é algo que pertence à própria pessoa, por isso, conhecer o nome de Deus significa mais do que simplesmente conhecer o nome “Jeová”. Inclui conhecer a reputação de Jeová, bem como suas qualidades, seu propósito e suas atividades conforme reveladas na bíblia, tais como os tratos com seus servos, ou seja, significa conhecer a Deus como a um amigo, conhecê-lo profundamente.

Quando Jeová se apresentou a Moisés para libertar o povo israelita da escravidão do Egito, Moisés assim como o povo sabia do nome do Deus de seus antepassados, porém Moisés perguntou qual era seu nome no sentido que ele queria saber mais sobre a pessoa representada pelo nome. A preocupação de Moisés se justificava porque os israelitas já estavam sobre o jugo da potencia egípcia por muito tempo, alguns até mesmo passaram a adorar deuses egípcios e eles provavelmente se perguntavam se Jeová seria capaz de salvá-los.

Jeová explicou o significado do seu nome, revelando o que Moisés deveria dizer aos israelitas: “ MOSTRAREI SER enviou-me a vós” e acrescentou esta confirmação: “Jeová, o Deus de vossos antepassados... enviou-me a vós”. Deus revelou que ele se tornaria o que quer que decidisse se tornar para cumprir seu propósito, e que sempre seria fiel à sua palavra. Jeová garante que este nome - e seu significado – é para a eternidade. Jeová agiu plenamente a altura de seu nome por mostrar ser o libertador de Israel. Ele humilhou o Egito e seus deuses – incluindo faraó - com as dez pragas, e os egípcios com seus falsos deuses mostram ser incapazes de se salvar. De tanto temor os egípcios deram toda sua riqueza e em materiais preciosos (tanto que até mesmo é dito que Israel “despojaram os egípcios”) e ordenaram que se fossem embora.

Quando o exercito egípcio foi atrás dos israelitas e Israel se viu encurralado em face de destruição e ao terror, Jeová mais uma vez mostrou ser o Salvador, fazendo o grandioso ato de abrir o Mar Vermelho, dividindo-o em dois com uma passagem ao meio para o povo de Israel cruzá-lo. Quando todo o povo de Israel passou e o exercito egípcio estava ainda no caminho da passagem, Jeová “fechou” a passagem destruindo faraó e sua força militar, Jeová puniu e destruiu os perseguidores.

No “grande e atemorizante ermo” Jeová mostrou ser preservador de vidas provendo as necessidades para a população de uma nação que equivaliam a três vezes o a população de Campinas. O sucessor de Moisés, Josué, foi um dos observadores de todos estes atos poderosos e pode exclamar que só Jeová pode livrar de toda e qualquer situação, ele cumpri tudo o que diz.

Depois do êxodo Jeová tornou-se algo novo ao seu povo, por meio do Pacto da Lei, ele se tornou seu “dono marital”, assumindo voluntariamente todas as responsabilidades envolvidas nisso. Jeová mostraria ser o “marido” perfeito abençoando, protegendo e dando paz para sua subordinada esposa, Israel. Desse modo, o grande nome de Jeová seria glorificado entre as nações e muitos estrangeiros presenciando isso se uniria ao “Deus de Israel”. Jeová mostrou ser o “Deus misericordioso” e “vagaroso em irar-se”, ele mostrou extraordinária paciência e longanimidade suportando Israel. Mesmo com o povo estando se rebelando, Jeová enviou profetas e até mesmo seu filho para ajustar-lhes no bom caminho e reconciliar-lhes com Deus, porém quando a nação judaica rejeitou e matou seu filho a paciência de Jeová. Os descendentes naturais de Israel deixaram de ser o povo que levava o nome de Deus. A maioria tornou-se espiritualmente mortos, como uma árvore ressequida.

A história indica que, com o tempo, os judeus desenvolveram uma atitude supersticiosa para com o nome de Deus, encarando-o como algo que eles não deviam pronunciar. O nome de Deus aos poucos deixou de estar associado ao judaísmo. Jeová sem dúvida deve ter se sentido magoado com tanta falta de respeito pelo seu nome. Jeová Deus, “cujo nome é Ciumento”, não deixaria vincular seu nome a um povo que o repudiou e a quem ele repudiou. Este fato evidencia em nós a importância de tratar o nome do criador com grande respeito.

Jeová por meio de Jeremias já tinha predito seu propósito de estabelecer um “Novo Pacto” com uma nova nação, o “Israel Espiritual”, todos os membros desta nação conhecerão à Jeová desde o menor deles até o maior. Esta profecia se cumpriu no Pentecostes de 33 EC, quando Deus estabeleceu um novo pacto para uma nova nação. O Israel de Deus incluía judeus e não judeus, formando “um novo povo para o nome de Deus” ou como Jeová disse: “pessoas chamadas por meu nome”.

Os membros desta nação espiritual usavam o nome divino ao citá-lo nas Escrituras Hebraicas (as evidências aponta que o tetragrama também aparecia nas cópias mais antigas da septuaginta). Os primeiros cristãos honravam o nome de Jeová de modo que ele os abençoava. Assim também fazemos hoje quando proclamamos e mostramos (se possível na própria bíblia do ouvinte) o nome divino.

Em especial depois da morte dos apóstolos a apostasia passou a contaminar a congregação cristã, falsos instrutores até mesmo adotaram a tradição judaica de não usar o nome de Deus, desviando muitos de conhecer a Jeová. Mas Jeová jamais permitiu que seu memorável nome fosse apagado. Apesar de não se poder determinar a pronuncia exata, seu nome tem o lugar determinado em muitas traduções da bíblia assim como no reconhecimento de muitos eruditos bíblicos como Charles Peters que escreveu: “Jeová, parece ser o que melhor exprime Sua essência.”; Hopton Haynes escreveu “JEOVÁ, o nome próprio de DEUS entre os judeus; o único a quem eles adoravam; assim como faziam Cristo e os Apóstolos”; Henry Grew, George Storrs, Charles T. Russell eram outros que reconheciam o nome próprio de Deus.

O ano de 1931 foi especialmente notável, pois nesse ano os Estudantes Internacionais da Bíblia, como o povo de Deus até então se chamava, adotaram o nome bíblico de Testemunhas de Jeová. Assim eles anunciavam ao mundo que se orgulhavam de ser servos do único Deus verdadeiro, “ um povo para o seu nome”, louvando esse nome. Ter Jeová permitido que os Estudantes da Bíblia adotassem seu nome foi mais do que apenas uma grande honra. Foi também uma indicação reanimadora de que tinham a aprovação divina.

As pessoas precisam conhecer o nome de Deus para serem salvos, por isso precisa haver quem divulgue, ora quem dá testemunho de Deus sem demonstrar características similares em seu ministério, não tem validez em seu testemunho. Que sempre andemos no nome de Jeová, nosso Deus, por tempo indefinido!
Em breve todos os que desprezam e desafiam a Jeová serão obrigados a saber quem ele é; nós, que com orgulho leva o seu nome, aguarda o futuro confiantes na promessa registrada no Salmo 9:10 “Os que conhecem o teu nome confiarão em ti , pois certamente não abandonarás os que te buscam, ó Jeová.”