quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Ilustração simbólica

Havia um casal cristão cuja mocinha era instruída na lei de Jeová, ela dirigia suas pisadas com saúde e em terreno protegido. Em certa época, porém, no fim da adolescência, ela começou a tomar por influencia as propagandas do mundo e a amenizar as consequências do que é contra a lei, começou a observar o conjunto inteiro dos atos da população e julgar por naturais. Seu coração aumentou a absorver o que era mau, e começou a juntar-se com más amizades e a desenvolver desejos impróprios no coração. 

Seus pais aperceberam da situação e empenharam em ajudá-la por fortalecê-la ao que é certo e repreendê-la ao que é mau, mas não os dava atenção e causava constantemente sua derrocada; pervertendo a obediência e depreciando o juízo em paixões sórdidas. Dizendo: 

- Dai-me o que me cabe, pois minha é a vida que faço!

Ela principiou a viver uma vida devassa até o dia em que a mulher, sua mãe, morreu. Então vivenciou a perca duma pessoa tão amada e protetora, e a reparar que seus tratos eram bem melhores que o modo que seus amigos a tratava, e passou a entristecer-se muito com a sua morte e a refletir no desejo de ter a mãe de volta. Em suas análises arrependeu-se e passou a valorizar muitíssimo o pai, e a tomar por parte a obediência segundo tudo o eu seu pai lhe avia ensinado, e fez de sua senda direita e de seu caminho bem sucedido.

E o pai alegrou-se muito e passou a dizer:

- Eis que minha filhinha estava perdida e foi encontrada, eis que minha filhinha estava morta e voltou a viver!