Somos livres para escolher o que quiser, mas se somos pessoas preenchidas da sabedoria de Jeová, temos determinações que separam o bom do ruim, e isso limita nossa liberdade para escolher só o que é bom. Uma pessoa que decidiu fazer regime pode escolher comer alimentos muito calóricos, mas será que essa escolha irá trazer vantagem para ela? E se houver outras pessoas ligadas ao regime dela, será que irá edificar o grupo que a apoia? Ela não estará sabotando seu próprio objetivo? Embora temos liberdade para tomar decisões em assuntos pessoais, a nossa vontade nem sempre é o que mais importa. Toda escolha traz seus resultados. Devemos fazer escolhas alinhadas aos nossos propósitos. (1 Coríntios 10:23)
sexta-feira, 28 de agosto de 2020
segunda-feira, 17 de agosto de 2020
A frase "Não levo desaforo pra casa" é geralmente dita por alguém que gosta de brigar ou discutir e por conta disso temos a tendência de pensar que essa frase significa isso, mas não é assim, uma pessoa espiritual "não leva desaforo pra casa" porque procura se comunicar e pacificar a situação, tentando atingir a união antes do sol se pôr, vencendo o mal com o bem.
O juiz Antonio Moreira Fernandes declarou, com relação a um caso perverso, de uma menina de 10 anos grávida de 22 semanas por estupro: "Conclui-se que a vontade da criança é soberana, ainda que se trate de incapaz" Será que ele terá o mesmo entendimento com relação a soberania de crianças que rejeitam transfusão de sangue?
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