Porque me fazes baixo perante tua descendência? Torna-te indigno de mim. Agora, se os motivos de tuas lamentações são outras, perdoa-me irmão, porque se infiltrou em minha mente o laço das contestações.
Eu tinha escrito isto e apaguei, porque percebi que o coração faz a pessoa tola, e eu não quero parecer tolo, realmente eu não quero amá-la, porque ela está contaminada para a minha moral; a partir do momento em que foi estabelecido o anterior namoro desta, e ouve o abandono, mas o coração dela ainda está ligado e é tolice para a minha pessoa persistir num amor não correspondido e pior, continuando a corresponder ao outro, é vergonhoso pra mim perante outros. Eu temo que isto venha a ser verdade se fosse executado e concluído o desejo de meu coração. Por isto não fui e nem irei, porque meu jeito de ser é a espera de amor genuíno e único. Penso que nem deveria existir namoro antes do casamento, não da forma como é tido hoje (mesmo os considerados mais inocentes), apenas um conhecimento mútuo da pessoa que se pretende. Porque, acaso se rompa esta união, o posterior casamento é muito fragilizado nas situações de descontentamento, lançando as bases para o adultério e o adultério, por sua vez, a morte.
Os fatores que me direcionam a ela me aflige, porque é extremamente influente; tornando quase impossível repreender as coisas que o coração não consegue esquecer. E por ser tão influente preciso olhar para outros horizontes; horizontes convidativos a mim, onde existe a de consideração, e esperar passar, sei que passará, pois já me veio uma vez antes.
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