quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Relato de 31 de agosto

Ó Deus meu, esquadrilhe meu coração, vê se há em mim algum caminho mau e faz-me ter a coragem e o destemor para não me tornar aviltado, como as pessoas das nações, e me faça andar pelo caminho eterno. Homem miserável que sou! Pois no meu pecado me torno alguém desprezível; meus ouvidos apenas escutaram o que é corruptível e me incutiu o pecado; não o corrigi, mostrando meu desprezo, e minha mente revolveu no aspecto do mal, me fazendo tropeçar pelo erro que me incentivou ao mal; saia do meio o mais depressa possível para não ouvir nenhuma conversa obscena, para resguardar o teu ouvido, pois se tornou em mim como uma faísca que em sua minguante chama, arde e queima bosques inteiros; a língua é venenosa e mortífera e todos os que não conhecem o teu santo nome dizem transgressões sem pesar ao menos em teu próximo que está ao lado, porque não conhecem-te e acham que sua ignorância é sabedoria, pois continuam a considerar todos no mesmo grau de pouco mais elevado que os criminosos da lei do homem; e dizem que conhecem a Deus. A palavra deles torna-se uma isca de Satanás, pois ele está em ação por intermédio de seus inconscientes seguidores, sendo influenciados e influenciando, porque não olham para suas próprias ações? Por isto que tu, ó Jeová, continua a atrair os merecedores, perdoe meu pecado, seja santificado, por meu testemunho o teu nome, ó Soberano Senhor Jeová.

Nenhum comentário:

Postar um comentário