sexta-feira, 9 de setembro de 2016

 

Não há ruína romana tão interessante quanto o anfiteatro Coliseu; esta arena finalizada com o despojo de Jerusalém e o labor dos judeus escravizados foi admiravelmente projetada para atender a todas as necessidades, e concebida para apresentar espetáculos sangrentos com a luta de homens até a morte, de feras com homens, da apresentação das mais diversas formas de morte aos infratores e, até mesmo, da representação de batalhas marítimas, com a alagamento da arena. Se você sente-se espantado de horror com a matança que lá ocorria; não se engane, ocorre de forma muito mais abrangente atualmente, e eu não estou falando de conflitos criminosos e políticos que ocorrem no mundo inteiro, mas de algo que ocorre na luz da lei.
Os romanos gostavam de entretenimento, eles queriam ver além da imaginação, por isso, pagavam para estarem nas arquibancadas e formarem a plateia; mas lá não ocorriam jogos esportivos; esses amantes da violência buscavam assistir aventuras mortais. Eles não contavam com a tecnologia de hoje para satisfazerem o seu desejo, tudo era feito na realidade, o protagonista podia não aparecer no próximo show e, quando a sessão acabava, aqueles personagens se mostravam realmente efêmeros, nunca mais eram vistos, mas isso não quer dizer que se acabavam as atrações. Será que Jeová olha com favor a quem se agrada de olhar a violência? Será que essas pessoas ingressam na alegria de Jeová?
Hoje em dia o show de horrores é uma encenação, mas a mensagem de ódio não mudou, tampouco diminuiu a desaprovação de Jeová. Jeová odeia a quem ama a violência, a quem ama a imoralidade, o ocultismo, a ganância, a blasfêmia, a conduta desenfreada. Portanto, não nos assentemos no assento dos perversores, nem nos encontremos no grupo íntimo dos pecadores.

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