domingo, 11 de setembro de 2016

(Mateus 5:27-32) Será que o adultério do coração é suficiente para haver motivo legal para separação divina do casal? Evidentemente não podemos ler o coração da pessoa, certamente se outra pessoa está amando (paixão) mais outra pessoa ou coisa em desrespeito a união divina concedida, ela está cometendo imoralidade sexual, porém o divórcio perante Deus se dá apenas pela comprovação do ato consumado de tal imoralidade. Por exemplo: uma pessoa pode se desviar em cometer a imoralidade espiritual de adorar o ídolo dinheiro, porém se arrepende e volta atrás não realizando nenhum ato de comprovação da devoção que chegou a intencionar. Ele cometeu imoralidade espiritual no coração, porém não cometeu nenhum ato relativo a esta imoralidade. A pessoa pode tropeçar no coração, mas não consumar nenhum ato em desrespeito a união divinamente aprovada. De modo que o divórcio sem a evidência de traição do cônjuge, expõe-o a imoralidade sexual (ainda que quem é capaz de tomar esta decisão, é uma pessoa que muito provavelmente cometeu imoralidade sexual ainda que sem evidência física)  porque perante Deus ainda é um casal. Uma pessoa que espanca seu cônjuge evidentemente desrespeita o casamento e não o está amando, porém esta pessoa pode não estar amando nada, neste sentido não existe base divina para divórcio. A conclusão que se chega é que a base divina para divórcio é somente com o evidente ato consumado da imoralidade sexual.

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