(Mateus 5:27-32) Será que o adultério do coração é suficiente para haver motivo legal
para separação divina do casal? Evidentemente não podemos ler o coração
da pessoa, certamente se outra pessoa está amando (paixão) mais outra pessoa ou
coisa em desrespeito a união divina concedida, ela está cometendo
imoralidade sexual, porém o divórcio perante Deus se dá apenas pela
comprovação do ato consumado de tal imoralidade. Por exemplo: uma pessoa
pode se desviar em cometer a imoralidade espiritual de adorar o ídolo
dinheiro, porém se arrepende e volta atrás não realizando nenhum ato de
comprovação da devoção que chegou a intencionar. Ele cometeu
imoralidade espiritual no coração, porém não cometeu nenhum ato relativo
a esta imoralidade. A pessoa pode tropeçar no coração, mas não consumar
nenhum ato em desrespeito a união divinamente aprovada. De modo que o
divórcio sem a evidência de traição do cônjuge, expõe-o a imoralidade
sexual (ainda que quem é capaz de tomar esta decisão, é uma pessoa que
muito provavelmente cometeu imoralidade sexual ainda que sem evidência
física) porque perante Deus ainda é um casal. Uma pessoa que espanca
seu cônjuge evidentemente desrespeita o casamento e não o está amando,
porém esta pessoa pode não estar amando nada, neste sentido não existe
base divina para divórcio. A conclusão que se chega é que a base divina para divórcio é somente com o evidente ato consumado da imoralidade
sexual.
domingo, 11 de setembro de 2016
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