sábado, 30 de janeiro de 2016

Eu; levita, nascido sub a envoltura mortífera do mundo;
Filho de mãe judia, mas de pai grego;
Altamente favorecido na benignidade imerecida de nosso Deus, Jeová.
Dedicado a Deus; nos desígnios de Deus.
Quando conheci a grandeza de seu amor, me livrei de tudo o que me afastava de ti.
Não posso tolerar imagens vis, e repudio o falso ensinamento.

Gibeá me chamou para prestar-lhe homenagem,
Dizia que não era de abandono de Jeová; senão para dar as migalhas do sacerdócio a ídolos.
Então tive zelo dos ídolos da minha estante,
Ídolos sórdidos que desviam os homens. Desviam as multidões de Dã.
São filhos de inutilidades, que inutilizam os que lhes prestam devoção;
E sua existência não ia além de meu pensamento.
Admiráveis irrealidades que jogam os homens na ruína!

Eu maculei meu santo altar com prostitutas de templo!
Meus olhos me armaram um laço
E me tornei participante de duas mesas;
Até que entrei no grandioso Santuário de Jeová,

E contemplei a sua afabilidade.
Meus ouvidos escutaram o seu conselho.

Sê misericordioso e me dê compreensão,
Não afaste de mim o seu espírito, Senhor.
Então fiz um pacto de abstenção com os olhos de meu coração,
Destruirei toda devoção impura que mancha minhas roupas exteriores,
Para que minha energia vital seja queimada somente para meu Deus.

Jeová é benigno para me manter puro e limpo
E quando deparei-me novamente com a imagem de Astorete
Eu compreendi a repugnância de minha anterior devoção;
Quanto me atrasei para perceber que a idolatria vai além do que é palpável?
Mas ela permeia na mente dos que não prestam atenção na devoção exclusiva a Jeová.

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