quarta-feira, 30 de março de 2011

Estudo de livro - Capítulo 11 ao 15 do livro de Jó

O estudo de livro começa com análises do capítulo 11 ao 15 do livro bíblico de Jó.
No capítulo 11, Zofar fala corretamente da relação de Deus para com os homens, porém as afirmações sobre Jeová são colocadas em condições erradas, visto que acusa constantemente Jó de estar escondendo uma transgressão a Deus e não querer se arrepender (Jó 11:2). Também diz que por não admitir uma importante transgressão, Jó fala em falsidade por querer respostas de Deus, isto sendo similar a uma zombação (Jó 11:3). Diz que Jó pensa que seus ensinamentos são puros, mas não são, porque Jó não tem a abrangência da sabedoria prática. Como Jó é integro, Zofar e os consoladores estão sendo parciais para Deus. (Jó 13:7-9).

Os consoladores de Jó querem que Jó admita ter cometido grave pecado contra Deus e diz que desta forma, Jeová o levantará a uma condição melhor (Jó 11:13); como realmente é, caso Jó tivesse cometido algum pecado, mas sabemos que Jó não cometeu uma transgressão contra Jeová (Jó 1:8; 2:3; 2:10).

No capítulo 12, Jó afirma sua justiça e diz ser alvo de riso a quem o acusa falsamente (Jó 12:4). Jó disse que sempre esteve preocupado com sua relação com Deus (Jó 3:26). Mas os despreocupados com o Deus que pode trazer a salvação, estes perecerão (Jó 12:5-6). Interessante que Jó afirma que estas mesmas pessoas despreocupadas com a justiça divina, possuem fé em deuses falsos (Jó cita um ídolo) elas são despreocupadas porque desconhecem ou rejeitam a verdade de Jeová e da humanidade; praticam uma adoração de falsidade, enfurecendo a Deus. Aqui notamos que a despreocupação com Jeová é pelo prazer de fazer parte deste mundo, a busca incondicional das coisas do mundo é um desprezo para o propósito de Deus. E a estes pertencem a própria extinção das almas deles.

Jó aconselha-os observarem a criação de Jeová para tomarem conhecimento da sabedoria e potencia de Jeová (Jó 12:9, 13). Pela criação de Jeová, é possível adquirir conselho e entendimento.

Capítulo 13, Jó reafirma sua integridade, a condição boa de seu coração. Declara, mesmo colocando sua vida em risco, o seu desejo de argumentar com Jeová Deus a respeito de sua condição calamitosa. Porque ele sabe que a questão da auto-justificação que os consoladores defendem ferozmente não se aplica a ele. Quer saber porque Deus trata-o como inimigo. Jó denuncia a parcialidade dos consoladores para com Deus, colocando as afirmações para com Deus em uma situação errada, já que julgam erroneamente a Jó, portanto mesmo falando parcialmente a verdades, a parcela da verdade é uma mentira sobre Jeová.

Acho que Jó 13:19 tem relação com uma lei em Levíticos que diz: Aquele que achar seu irmão cometendo um pecado e não corrigi-lo do pecado cometido, terá que responder pelo erro do seu irmão (Levíticos 5:1).

No capítulo 14 Jó fala da condição do homem e do que acontece na morte. Exatamente como escrito, não acontece nada, simplesmente deixa de existir, e a ressurreição depende apenas de Jeová se lembrar de ti, e certamente lembrará de seus servos.

No capítulo 15, Elifaz defende a posição dos consoladores, reafirma a mentira de que Deus é muitíssimo exigente, acusa falsamente Jó, e até o amaldiçoa sob sua falsa acusação.

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