quinta-feira, 31 de março de 2011

Março de 2011, 25

Trabalho de Campo, uma mulher irritada aparentemente com a simples presença nossa, força da ignorância (1Jo 4:1). Abriu a porta. Meu irmão disse:
-- Eu preciso falar com a senhora.
E a mulher exclamou:
-- Se for de religião não quero saber!
E meu irmão com a voz branda explicou:
-- Então não se preocupe pois não é de religião.
-- Não é sobre religião!? Então sobre o que é!?
-- Sobre algo muito importante.
-- Me diga o que é! Do que é então!?
-- Sobre Jesus Cristo.
Após ouvir isto, ela fechou a porta (Mt 10:33,33,40).
Ela recusou a mensagem que Jesus nos comissionou a levar (At 1:8), a mensagem não de uma interpretação particular, mas do que as escrituras sagradas nos ensina.
A quem ela recorrerá quando Jesus fizer o julgamento? Ao deus dela que tem olhos, mas não vê e tem ouvidos, mas não ouve? Ou a personificação de seu próprio deus inexistente? As imagens entalhadas ou diretamente ao opositor (qual será destruído)?. Não que eu queira causar intriga, mas tenho que denunciar o caminho errôneo pelo qual anda. A própria atitude revela-o errôneo (Gál 5:19-21). Não se iluda que eu tenha que agradar as concepções para ela aceitar, porque não há agrado em pecados. Ela tem que notar seus erros.
A proclamação foi exercida. O testemunho foi dado.

Nenhum comentário:

Postar um comentário