terça-feira, 25 de agosto de 2015

O ministro do STF Luís Roberto Barroso fez um discurso de formatura na UERJ. Ele Falou “sobre a vida e o direito” sub o ponto de vista humano dos direitos. Foi ovacionado pelo público e pela mídia.
Roberto Barroso aparenta ser uma pessoa sábia, indício disso é que não só transmitiu a alguns princípios bíblicos em sua mensagem pretendida como praticou outros princípios bíblicos de comunicação em seu discurso (talvez sem saber que fossem bíblicos), e considero que seja por isso que obteve tal sucesso.
Aquele público foi agraciado por ouvir as reflexões de um homem que falou pela boa moral e ética; um bom discurso que a maioria ouvirá duas ou três vezes na vida (se tiver sorte), e a custa de um alto empenho “pelo vento”. Agora se pararmos para refletir em conexão com Jeová (algo que deve ser um hábito); começamos a perceber que estamos sendo capacitados; mais do que isso, percebemos o privilégio que temos: Pense no privilégio que temos, de “não nos deixar de nos reunir”; fazendo-o pelo menos duas vezes por semana para receber “de graça” o “valor superior” da sabedoria com “base nas escrituras”, utilizando nossa “plena faculdade de raciocínio” para “tirar de proveito” na vida; é um “presente perfeito” de Jeová. Considera você tais reuniões um privilégio dado por Jeová?

Dois amigos estão sentados em um bar no Alaska, tomando uma cerveja. Começam, como previsível, conversando sobre mulheres. Depois falam de esportes diversos. E na medida em que a cerveja acumulava, passam a falar sobre religião. Um deles é ateu. O outro é um homem religioso. Passam a discutir sobre a existência de Deus. O ateu fala: "Não é que eu nunca tenha tentado acreditar, não. Eu tentei. Ainda recentemente. Eu havia me perdido em uma tempestade de neve em um lugar ermo, comecei a congelar, percebi que ia morrer ali. Aí, me ajoelhei no chão e disse, bem alto: Deus, se você existe, me tire dessa situação, salve a minha vida". Diante de tal depoimento, o religioso disse: “Bom, mas você foi salvo, você está aqui, deveria ter passado a acreditar". E o ateu responde: "Nada disso! Deus não deu nem sinal. A sorte que eu tive é que vinha passando um casal de esquimós. Eles me resgataram, me aqueceram e me mostraram o caminho de volta. É a eles que eu devo a minha vida".

Ali saíram os fariseus e começaram a discutir com ele, buscando [obter] dele um sinal do céu, para o porem à prova. Ele [...] disse: “Por que busca esta geração um sinal? Deveras, eu digo: Nenhum sinal será dado a esta geração.”

Considero que ele não foi feliz nesta ilustração porque tentou transmitir uma "lição" imparcial, utilizando uma analogia tendenciosa para os ateus por fazer uso de algo espiritual colocando nela justamente quem é conhecedor dos fatos e da "verdade", torna-se algo paradoxal a ilustração de sua válida "lição para quem trabalha com julgamento" .

Nenhum comentário:

Postar um comentário