segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

A crença no ano novo

Quando a treva transcorria o horizonte de toda superfície da Terra; explosões de luzes de cores iluminavam o céu da Terra em todo canto onde houvesse população. O mundo celebrava o nascimento de um novo ano e devotaram-se a ele (com bebida inebriante e ações imorais) toda sua fé de coisas boas, este é o aniversário original. Fizeram em sua mente um voto de que as coisas ruins morreram no tempo passado, e agora, se faz novo para o bem e para o alcance dos desejos egoísta do coração, como se por mágica, abruptamente e sem esforço a personalidade da pessoa mudasse com as benções do novo ano.
Prepararam-se com o traje apto ao culto, presentearam-no com seus recursos financeiros, para o avanço da celebração; louvores, brindes, abraços e beijos da boa sorte para o destino.
As pessoas são assim, a mentalidade em uma fé cíclica e momentânea, porque não querem se apegar totalmente ao que é tão falsamente vergonhoso; pois em quem confiariam e por quem pagariam seus votos por ações de boa conduta em todo o momento de vida no transcorrer do ano? Celebram para alegrarem a quem lhes incutiu a preocupação da passagem dos anos, e nem sabem que estão envolvendo a oportunidade para a vida de sua própria alma!
Vós sois os que abandonais a Jeová, os que esqueceis que eu sou o Salvador, os que pondes em ordem uma mesa para o deus da Boa Sorte e os que estais enchendo vinho misturado para o deus do Destino. E eu vou destinar-vos à espada! E todos vós vos dobrareis para serdes abatidos; visto que eu os chamei à sua casa! mas vós não respondestes; falei, mas vós não escutastes; e continuastes a apegar-se à Babilônia, a grande meretriz! Eis que os meus próprios servos se fartarão no comer e se saciarão no beber, mas vós passareis fome e sede. Eis que meus próprios servos se alegrarão e gritarão de júbilo por me conhecer e passarem longe das angustias, pela boa condição de coração, mas vós sereis envergonhados e uivareis pela dor de coração e pelo próprio quebrantamento do espírito.

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