quinta-feira, 28 de julho de 2011

Relato dum evento de sexta da ilustração que diz segredo meu. 22 de julho.

Certo rei estabeleceu leis e fez arranjos, separando grupos de homens e designando-os em funções diferentes, para o povo produzir frutos excelentes. Até que alguns homens começaram a questionar o arranjo estabelecido, o rei tomou conhecimento da insatisfação deles e aconselhou-os a trocar de função, mas estes não queriam. Até que uma veio o tempo em que estes homens levantaram-se a uma contra o rei, ‘causando polêmica’. No tempo do levante não passou pela cabeça do rei criar o decreto da obrigação de troca de funções dos insatisfeitos, também, seria capaz de não o fazer, porque queria a paz entre os rebeldes. Os rebeldes realmente causaram muitos danos ao rei, não por magoá-lo (porque lhes foi conferido o perdão) antes fosse isto, mas por fomentar a semente de hostilidade contra o rei se os homens envolvidos e observadores do levante tiverem uma consciência mais fraca; que isto não aconteça! Mas que todo o povo seja forte no amor e sem egoísmo, sempre disposto a perdoar. Pois sabemos que todos estão sujeitos a decadência do pecado; mesmo o rei errou ao ‘gritar’ a retirada das nações, pela estrapolação do tempo designado da exploração, ou quando apressou a nação para a exploração do tempo designado (tudo segundo a ‘regra’), no tempo em que aqueles homens do seu povo quebraram a regra estabelecida, não se retirando, mas continuando na exploração. O rei não errou segundo a lei, mas segundo o que seria o agrado dos homens de consciência fraca. 

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