Ouvi uma história semelhante à de Urias, de um adúltero que relatou, disse que cometeu ato sexual no temo da estadia de sua prima, tendo ele uma relação amorosa com outra, então ela estando grávida; foi dada em casamento ás pressa e sem amor para um homem que a amava, a fim de encobrir sua imagem imoral perante os homens (De. 22:20-21), mas o Urias da história sofreu as consequência da sua ansiedade, porque não chegou a conhecer ou rejeitou a sabedoria divina que era oferecida a sua porta, sabedoria que o fiel Urias teve e morreu manifestando o pecado de outros e seu sangue clamando a Deus por justiça de um pecado que não conheceu.
Quantas vezes as escrituras exorta contra o pecado da fornicação, estes serão extintos, não lhes cabendo a recompensa do Reino de Deus (Gál. 5:19-20), mas Deus está sendo amoroso mesmo para com eles, aguardando pacientemente para seu arrependimento, mas estes estão rejeitando-o pelo seu proceder que ainda sustentam, está tendo a própria recompensa de sua vida de pecado e estarão condenados ao peso da justiça de Jeová.
Urias recusou-se a ir para casa, de modo que sua mulher parecesse ser dele, a pedido de Davi. Sabendo que seus homens se mantinham santos no campo de batalha (De. 23:9-11 e 1Sam. 21:5) segundo a Lei. Será que o Urias da história não tinha o conhecimento da relação sexual apenas após o casamento do modo de uma conduta aceitável (a Deus) e cristã? (1Co. 7:36; Heb. 13:4; Mat. 15:19) Parece-me que não, mas foi enganado, e a mentira da adúltera e de sua mãe será descoberta até o amadurecimento da aparência de seu filho.
Jeová Deus estabeleceu regras de conduta para nos proteger de pessoas imorais, e os que seguem estas regras de conduta não tem sido enganado, mas tornados testemunhas da glória de Jeová e expondo a deturpação dos que dizem pertencer a uma casa cristã.
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