quinta-feira, 14 de abril de 2011

Estudo de livro - Capítulo 21 ao 27 do livro de Jó

Cap. 21 Jó mostra que os abastados que não servem a Deus podem prosperar e morrer em paz, e foram inúmeros os que morreram assim, (Jó 21:33) como é visto ser assim, quão inútil são seus consoladores, e a própria réplica deles é a mostra da sua infidelidade, pois baseiam-se em pensamentos pessoais e não na sabedoria divina. Eles ignoram a vontade de Deus, pensam que eles mesmo podem gerar a paz pelos conselhos dos homens, (Jó 21:14,15) eles se expõe a destruição por ignorarem a Deus, (Jó 21:18) não passarão no julgamento por Cristo (Jó 21:20,30).
Jó observa que os iníquos prosperam, mas a mágoa deles aparece no dia da sua morte e ele tem de morrer, como é para todos. (Jó 21:23-26) Então de que vale o acúmulo de suas riquezas e os prazeres temporários, se abandonou a esperança em Jeová?

Cap. 22 Os discursos de Elifaz se mostram sempre os mais enganosos e acusadores.

Elifaz insiste em afirmar a auto-justificação, para ele, isto é o que justifica as condições dos indivíduos (lembre-se que a auto-justificação é doutrina de paganismo).

Primeiramente ele diz que alguém rico que não entrou em decadência, é porque agiu em sua vida e para os seus lucros, sem transgredir a Lei (Jó 22:1-4). E volta a acusar Jó de ter transgredido gravemente a Deus (Jó 22:5-9). Por isso ele se encontra naquela condição; (Jó 22:10) chega a insinuar os pensamentos de um iníquos que diz ser os de Jó. (Jó 22:11-17) Elifaz volta a pedir que Jó se arrependa dos supostos pecados. (Jó 22:18-24) E sendo assim, Deus o abençoará. (Jó 22:25-30)

Cap. 23 Jó expressou seu desejo de entender-se com Deus, (Jó 23:1-6) para ficar livrado de um julgamento negativo, (Jó 23:7) pois sabe que sempre andou nos mandamentos de Jeová Deus (Jó 23:10-12) com temor, para sempre se vigiar em não infligir algum pecado. (Jó 23:13-15) Jó ainda pensa que é Deus quem está lhe afligindo. (Jó 23:16-17)

Cap. 24 Jó fala dos iníquos e, pelo que entendi, fala dos moribundos, porém, não existe motivo para ser iníquo (Jó 24:13). Deus permite a iniquidade, mas quem a prática não voltará a viver (Jó 24:19,20,24).

Cap. 25 Bildade indica que Jó sustenta uma queixa falsa, apóia o discurso de Elifaz de que Deus é exigente demais e que o homem não tem razão para falar com Deus.

Cap. 26 Jó é sagaz com a “sabedoria” de Bildade e os outros consoladores. (Jó 26:1-3) Diz que o conhecimento que a humanidade tem de Jeová, são apenas sussurro que se tem ouvido dele e o conhecimento de suas obras são apenas as beiradas de seus caminhos.

Cap. 27 Jó declara que não removerá dele a integridade a Deus até a sua morte e quem revolta contra ele é um contraventor porque Jó sabe que foi justo. (Jó 27:1-7) Os apóstatas abandonaram a Jeová, portanto não sustentam esperança de algo real. (Jó 27:8-10) E diz o que acontece com estes. (Jó 27:11-23)

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