A morte está entre as melhores coisas da vida e as
piores coisas da vida, é o limiar entre luz e trevas porque é a coisa
mais indesejável na vida e a mais desejável na vida miserável, mas não é
uma opção na vida, porque é a consequência final do que chamamos de
vida.
Depois da transgressão, chamamos de vida o que é imperfeito como
uma faísca quando, na realidade, a verdadeira vida é duradoura como uma
corrente elétrica, que flui do que é, para o que nada é. Visto que
pertencemos à luz, o marco divisório do que é mau será eliminado para
sempre.
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