domingo, 1 de janeiro de 2017

 

“Viva o seu dia como se fosse o seu último dia”, tem uma expressão muito famosa em latim: “carpe diem”. Não são os hedonistas que dizem isso? Deveria ser nome de veneno... O tolo que sugere isso desconhece sua própria natureza pecadora, ou tem certeza que ele terá um fim. Esse conselho não me serve visto que eu me empenho em não ter um fim, por reprimir o pecado. Quando falta pouco tempo para terminar uma tarefa necessária ficamos como loucos, então o conselho sugere a liberdade total de pecados. Será que o mundo seria melhor se esse conselho fosse seguido? A loucura total é algo permissível apenas para os ricos deste sistema. Imagine como seria se não fizéssemos as coisas mais chatas desta vida!: estudar, trabalha, jogar o lixo fora... Salomão pode experimentar a loucura e ele falou que não traz satisfação. O pecado conduz a morte e levar em conta esse conselho é, consequentemente, apressar o dia da morte. Esse é um pensamento do homem decaído de quando se sabe que sua morte no desgosto do verdadeiro Deus é certa. O dia que se começa esse conselho torna-se o último dia da pessoa, se não hoje, amanhã, o certo é que os dias se tornam poucos. Este é um macabro convite para a morte eterna. Isaías já havia predisse o que os judeus apóstatas pensariam quando o cerco estava rolando e eles sabiam que seus deuses inúteis não poderiam dar-lhe a vida: “Comamos e bebamos, pois amanhã morreremos”. Deus nos deu a garantia de vida eterna e estamos no fim do sistema, então a tarefa a se apressar é outra. Se realmente não tivéssemos esperança então esse conselho seria válido e poderíamos viver alguns dias antes de ser extintos. Nos dias de hoje as pessoas se empenham em comer, beber, se casar, porque elas sabem, e -visto que rejeitam a busca pela verdade da existência- até querem chegar ao fim.

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