Dirá a coisa moldada àquele que a
moldou: “Por que me fizeste deste modo?"
“É de direito que se acendeu a tua ira?”
“É de direito que se acendeu a minha ira a ponto de eu querer morrer.”
“Tu, da tua parte, tens pena do cabaceiro que não cultivaste nem fizeste
crescer, mostrando ser apenas algo que cresceu de noite e que pereceu apenas
como algo que cresceu de noite."
"Não tem o oleiro autoridade sobre o barro, para fazer da mesma massa um
vaso para uso honroso, outro para uso desonroso?"
Porque a criação estava sujeita à futilidade, não de sua própria vontade, mas
por intermédio daquele que a sujeitou.
Consequentemente, se alguém estiver em união com Cristo, ele é uma nova
criação; as coisas antigas passaram, eis que novas coisas vieram à existência!
“Eis que faço novas todas as coisas."
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