sábado, 8 de outubro de 2016

O homem decaído não reconhece a sua posição, ele mudou para deixar de ministrar e deu sua alma para ter a autoridade de decidir o que é certo e errado. Quem não se lembra que Abel foi morto por Caim? E por que razão o matou? Porque ele queria ter a aprovação de Deus, contudo, sem abandonar a sua soberania, e não suportou aquele que renunciou a sua soberania para ser escravo, a fim de ser aprovado por Deus. Os anseios de Caim eram iníquos, ele avançou pelo caminho de seu pai, mas se em Adão todos morrem, isso não quer dizer que o caminho da verdade e da vida não possa ser ressuscitado.
Tem surgido toda forma de sistema político/econômico desde a fundação do mundo; da escravidão dos tempos antigos à servidão, e ao proletariado da modernidade; os nomes mudaram juntamente com cena do mundo, mas o sistema não pode parar; sua existência nasceu com a morte do primeiro homem, e nunca mudará. Não existe mais que dois pensamentos: o da legítima ordem, e o de todo pensamento que se ergue contra a legítima ordem. 
O pecaminoso sistema do homem existe para fazer ministrar toda vaidade que o homem pode ter, pois a humanidade sucumbiu à vaidade e à corrupção, e um sistema de justiça e retidão é simplesmente uma afronta. 
Diferente de seus pais, esse é um sistema pensado, regrado e acordado. Ele foi formado para ser ilusionista, um encantador que não para de divulgar os seus mitos engenhosamente inventados; moldaram-no para viver prolongadamente, mas foi concebido no molde da morte e logo findará. Ele conquistou o mundo todo, mas está acamado, suas crises de enfermidade aumenta com frequência e não há medicação que o salve. O sistema se empanturra de concentracionismo, e tende para tribulação.

 

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