quarta-feira, 4 de maio de 2016

Meus Destaques livro de Jó (2016)

Dia 17 de março

“Fixaste teu coração no meu servo Jó, que não há ninguém igual a ele na terra, homem inculpe e reto, temendo a Deus e desviando-se do mal? Ele ainda se agarra à sua integridade, embora me instigues contra ele para tragá-lo sem causa.” Mas, Satanás respondeu a Jeová e disse: “Pele por pele, e tudo o que o homem tem dará pela sua alma.” (Jó 2:3,4)

Jó 1:5. Jó prezava a pureza espiritual, ele até oferecia sacrifícios queimado para o perdão de possíveis pecados que seus filhos possam ter cometidos depois dos dias de festividade que a família preparava.

Jó 1:7-12. Satanás questiona a integridade de Jó dizendo que é por motivo material que Jó teme a Jeová. Esse questionamento de satanás, perante todos os anjos, não se aplica apenas a Jó; essa questão levantada se aplica a todos os tementes a Jeová, inclusive aos cristãos dos dias atuais. Todos nós temos a obrigação de dar uma resposta a essa mentira levantada por satanás.

Jó 1:16. Muitas vezes os homens atribuem acontecimentos catastróficos contra inocentes como sendo da parte de Deus, mas Deus não é o “causador” de tais acontecimentos.

Jó 1:8-11; 2:3-5. A integridade requer que sirvamos a Jeová com a motivação correta.

Jó 1:21. Visto que Jeová deus formou o homem do pó do solo, a expressão “mãe” é usada aqui figurativamente para se referir à terra.

Jó 1:21; 2:3. Por permanecermos leais a Jeová, podemos provar que satanás é mentiroso.

Jó 2:1-8. Satanás continuou a questionar a integridade de Jó; dessa vez dizendo que se retirar-lhe a saúde, Jó abandonará a Jeová. A questão da integridade se estende a todos os servos de Jeová, de modo que estamos todos envolvidos.

Jó 2:9. A mulher de Jó não era necessariamente alguém descrente, porém pode não ter suportado ser atingida e presenciar tamanho sofrimento seu e de Jó, de modo que deu um conselho péssimo para que Jó acabasse com seu sofrimento. Neste caso parece que ela amava mais a Jó que Jeová. Devemos ficar atentos para que em situação extremas não tenhamos pensamentos insensatos por diminuir nossa fé em Jeová.

Jó 2:9, 10. Assim como Jó, devemos nos manter firmes na fé mesmo quando nossos familiares não valorizam os objetivos espirituais que temos ou nos pressionam para transigirmos ou abandonarmos nossa fé.

Jó 2:10. Jó era um homem de fé, que manteve a integridade mesmo não conhecendo o que estava envolvido; e até aquele momento ele não pecou em palavras. Assim como Jó, muitas vezes não temos o conhecimento ou não entendemos o que acontece no cenário espiritual, mas podemos dar uma resposta na questão levantada pelo inimigo de Jeová por perseveramos até o fim na fé em Jeová.

Jó 2:13. Os companheiros de Jó não tinham nada de consolador a dizer sobre Deus e suas promessas porque lhes faltava espiritualidade.

Jó 3. É possível perceber quão grande é o lamento de Jó pelo que ele estava passando. Jó começou a amaldiçoar o dia em que ele nasceu, porque para ele era preferível não ter nascido que passar pela desgraça que o afligia; mesmo levando em consideração a sua vida anterior.

Jó 3:8. Parece que o Leviatã é a representação de qualquer fera terrível; no caso da referência do versículo, dar-se a entender que esses tipos de pessoas são pessoas que fazem o mal e trazem calamidades, portanto elas são representadas pelo Leviatã. (1:15,17).

Jó 3:9-15. Jó sabia da condição dos mortos e dar-se a entender que pessoas que não fizeram um nome - como as criancinhas - serão ressuscitadas. Em seguida ele cita pessoas que fizeram um nome conhecido na mesma condição (de mortos) de quem não fez um nome.

Depois Jó compara a morte com “dormir” e “descansar”, nos trazendo ao conhecimento que a morte é algo semelhante a dormir e não há vida depois da morte neste mundo. Tanto as pessoas boas como as pessoas más que morreram, se encontram na mesma condição (17-19).

Jó 3:9,10. Figura de linguagem com referencia ao bebê quando vê a luz ao sair do ventre da mãe. Isso mostra que o feto é considerado por Deus uma pessoa (16).

Jó 3:14. Jó destaca como a glória humana é passageira ou ele destaca como a busca da glória humana não possui significado.

Jó 3:20-22. Jó não entende porque Deus permite a prorrogação de seu sofrimento, quando ele mesmo concorda em morrer.

Jó 3:23-26. Jó desconhecia a questão que foi levantada no céu, e o motivo de tanta desgraça.

Jó 4:2. Elifaz inicia seu discurso com uma pergunta para fazer Jó refletir em seu comportamento e julgamento depois que ouvir o discurso de Elifaz. Isso inclina em Jó a considerar mais facilmente as palavras de Elifaz como “certa”.

Jó 4:3-6. É como se Elifaz dissesse: “você que edificava outros, não edifica a si mesmo?”. Isso lembra o que os judeus disseram quando Jesus estava na estaca de tortura; é algo inspirado por satanás. Elifaz zomba da integridade de Jó.

Jó 4:7-11. Elifaz diz que Jó se encontra nesta situação pelos pecados que cometeu em secreto. Insinua que Jó é um grande pecador.

Jó 4:12-17. Passagem que me lembra da paralisia do sono. Esses versículos deixa claro que satanás influenciou esses três conhecidos de Jó para fazê-los sua ferramenta, e desviar Jó de Jeová.

Jó 4:17. Elifaz fala para Jó o que um espírito revelou para ele. Que Jó está tentando ser mais junto do que Deus por não aceitar a desgraça Dele, e que essa condição é realizada por Deus em consequência dos pecados de Jó.

Jó 4:18-21. Elifaz diz que Jeová é severo demais, achando defeito nos seres perfeitos e superiores ao homem: os anjos. Ele diz que Deus despreza os humanos, não se preocupa e não confia nos humanos, acha-nos insignificantes. Elifaz falou uma mentira religiosa que até os dias atuais são ensinadas por falsos pastores.

Jó 4:11. O texto dá a entender que até um pecador poderoso pode ser punido por Deus.

Jó 4:17. Elifaz diz que a reclamação de Jó é infundada porque Deus é quem está agindo para com Jó, e Deus é mais sábio que qualquer humano.

Jó 4:18,19; 22:2,3. Nossos conselhos devem basear-se na Palavra de Deus e não em opinião pessoal.

Jó 5:1-6. No capítulo 5, Elifaz basicamente diz que as pessoas más são punidas por Deus ainda neste sistema, o que não é verdade. Muitas pessoas de hoje acreditam nesta mentira antiga, que quando acontece qualquer coisa ruim, é uma punição da parte de Deus.

Jó 5:7-27. Elifaz fala sobre Jeová. As religiões ensinam falsidades sobre Jeová, algumas contem algum conhecimento verdadeiro, em maior ou menor grau, mas como Elifaz, as religiões misturam a verdade (quando possui alguma verdade) com a tradição mentirosa, e não é bom termos contato com o que as religiões ensinam.

  • Quem pode entrar na presença de Jeová no céu? (Jó 1:6; 2:1) Todos os anjos estavam presente, os anjos fiéis e os desobedientes ‘filhos de Deus’ angélicos, inclusive satanás. Satanás e seus demônios só foram expulsos do céu pouco depois do estabelecimento do Reino de Deus em 1914. Por permitir que eles comparecessem diante de Sua pessoa, Jeová apresentou perante todas as criaturas espirituais o desafio de Satanás e as questões levantadas.
  • Que ideias erradas Elifaz passou a Jó? (Jó 4:7,18,19) Ele dizia ideias próprias de que os inocentes estão imunes a calamidade, que Deus é exigente demais, é indiferente e que não temos nenhum valor para Deus. 

Dia 24 de março

“Minha alma certamente se enfada da minha vida. Vou externar a minha preocupação comigo mesmo. Vou falar na amargura da minha alma!” (Jó 10:1)
Jó 6:1-4. Jó reconhece que a sua tamanha angustia, levou-o a falar estultícia ao amaldiçoar o dia em que nasceu.

Jó 6:5,6. Jó diz que suas palavras foram como uma reação natural de clamor por sua condição. Quando alguém passa por uma situação problemática, pode ser impulsivo falar o que não devia, em uma situação de furor de alguém, é sábio o irmão não procurar corrigir essa pessoa, mas se afastar até que ela recobre a consciência; ou corrigi-la após se acalmar. Pode não ser amoroso tentar repreender algum irmão em um momento fortemente emotivo.

Jó 6:8-10. Jó diz que a morte é algo melhor que a condição que ele se encontrava. Ele não via mais esperança para seu futuro imediato. Jó sabia que a condição dos mortos é de inexistência, até Jeová recriar a pessoa na ressurreição; por isso ele comparou a morte como “sono” ou “descanso” e prefere morrer que continuar vivendo com tamanho sofrimento.

Jó 6:13-15. Jó diz que tudo o que o apoiava foi tirado dele, isso mostra que aqueles “consoladores” não eram pessoas que o apoiava; depois diz que quem não demonstra amor ao próximo, não tem temor de Deus (1 João 4:20), referindo-se que seus consoladores não estavam agindo com amor. Isso se torna uma resposta para zombaria de Elifaz (4:3-6).

Jó 6:7. Talvez Jó esteja se referindo à mesma fonte da “sabedoria” que Elifaz adquiriu.

Jó 6:15-21. Aqueles amigos de Jó estavam agindo como um rio perene que quanto mais se precisa, ele está seco. Aqueles homens só o estavam esmigalhando e Jó não os tinha solicitado para ajudá-lo (22,23). As palavras deles eram como estocadas (25) e não falavam com sinceridade. Mesmo que Jó tivesse que ser corrigido, dizer a palavras com amor, para correção, não se tornam palavras dolorosas.

Jó 6:26. Eles estavam sendo justos demais. Ser justo demais e não bondoso, não edifica. Eles estavam agindo com falsidade para com a amizade (27).

Jó 6:28-30. Jó se arrepende de amaldiçoar o dia em que nasceu, mas nega que sua justiça foi pervertida.

Jó 7:1-2. Jó reconhece que a vida neste sistema é preocupante e tensa e o “descanso” ou o “salário”, a que se refere, possivelmente é a “verdadeira vida”. Jó sabia que a vida neste sistema é passageira e tinha a esperança e viver a verdadeira vida que Jeová intenciona a todos.

Jó 7:3. Jó pode estar falando por ele ter uma vida longa neste sistema, ou por estar a muito tempo na aflição de sua doença.

Jó 7:4. Jó pode estar falando neste versículo quando ele se levantará de sua condição degradante, ou de acordar no propósito de Deus. Ele também pode ter comparado a noite com a vida neste sistema, a sua insônia com a condição aflitiva em que se encontra.

Jó 7:6,7. Jó fala da vida humana neste sistema como muito curta, e depois fala de sua falta de esperança neste sistema (7b, 6b).

Jó 7:8-10, 21b. Jó volta a falar da condição dos mortos. Este trecho da Palavra inspirada por Deus deixa claro que a morte é uma condição de inexistência (8b), e que quem morre não voltará a viver ou a influenciar este mundo (9,10); portanto enquanto vivo, ele queixa-se de sua amargura, porque quando descer no silêncio da morte não terá como ele fazer nada visto que não existirá (11). Jó possuía o conhecimento da verdade, de que não há existência após a morte, de modo que viver novamente depende exclusivamente da ressurreição por Jeová (Jó fala sobre essa esperança mais claramente no capítulo 14). Portanto, enquanto existimos na curta vida neste sistema, que façamos a vontade de Jeová e um bom nome com o poder que temos, com a fé e pela misericórdia de Jeová Deus. Deus poderá nos ressuscitar para a verdadeira vida.

Jó 7:12. Jó diz a seus consoladores que ele não é nenhum “instável”, ou um “monstro” para encobrir seus erros, como que declarando sua integridade.

Jó 7:13-16. Jó sofria 24 horas por dia e lamenta sua condição.

Jó 7:17. Jó reconhece a pequenez do homem, e que ainda assim Jeová se preocupa com o homem, examina sua condição de coração e quer que o homem seja edificado espiritualmente (18), mas sua situação leva-o a pensar que Deus é o responsável pela dureza de sua provação (19-21a).

Jó 8:1-7. Bildade argumenta que Jó pecou e está sofrendo a punição por Deus.

Jó 4:7,8; 8:5,6; 11:13-15. Não devemos imaginar precipitadamente que uma pessoa que sofre esteja colhendo o que semeou e não tenha a aprovação de Deus.

Jó 8:9. Bildade reconhece que a vida humana neste sistema é apenas uma sombra, é curta e não há como uma geração adquirir um conhecimento significativo, por isso depende do conhecimento acumulado de seus antepassados. Ele usa isso como resposta à Jó e para basear seu argumento.

Jó 8:10-22. Bildade (com referencia a Jó) fala sobre os ímpios ou os apóstatas, parece que a “casa” mencionada no versículo 13 é sua própria ideia sobre o que é certo, e parece que a ilustração do versículo 16 ao 19 tem a ver com este sistema de coisas e com o próximo sistema de coisas, a seguir ele incentiva Jó a confessar seus pecados e ser abençoado.

Jó 9,10. Jó acha que é Deus quem está causando seu sofrimento e confia em sua integridade, por isso encara a Deus como alguém exigente demais, ele sabe que não tem como ser perfeito em sua integridade, mas acha que Deus exige perfeição e por isso não há diferenciação entre alguém justo e mau. Parece que Jó foi influenciado pelas palavras dos consoladores que dizia que Deus exige demais de seus servos. Apesar de Jó pecar por questionar a justiça de Deus, ele continua a ser servo de Jeová e se preocupar com sua justiça perante Jeová, Jó continua sendo alguém integro.

Jó 9,10. As palavras de Jó mostra que satanás obteve sucesso em encobrir-se e fazer Jó pensar que é Deus é o culpado de sua adversidade. Ele fez Jó ter uma visão distorcida sobre Deus. Satanás se empenha em desviar toda a humanidade de Jeová, assim como se empenhou em desviar Jó de Jeová. Devemos estar conscientes disso e perseverar até o fim.

Jó 10:21,22. Jó utiliza-se de linguagem figurada para falar da morte definitiva (o que mais tarde é chamada de Geena e de outras linguagens figuradas como: “lago de fogo”).

  • Como Jó destaca que o amor leal é importante? (Jó 6:14) o amor leal ao próximo é importante e se possibilitar ter temor reverente de Deus.
  • Se Jó acreditava numa ressurreição futura, porque ele disse as palavras que encontramos no versículo 7:9,10; 10:21? Esses comentários se referem ao futuro imediato de Jó. Então, o que ele queria dizer? Uma possibilidade é que, se ele morresse, nenhum de seus contemporâneos o veria mais. Do ponto de vista deles, ele não voltaria para casa nem receberia reconhecimento adicional até o tempo designado de Deus. As palavras de Jó também podem significar que ninguém pode sair do Seol por si mesmo. Uma evidência clara de que Jó tinha esperança numa ressurreição futura encontra-se em Jó 14:13-15.

Dia 31 de março

“Morrendo o varão vigoroso, pode ele viver novamente? Esperarei todos os dias do meu trabalho compulsório, até vir a minha substituição. Tu chamarás e eu mesmo te responderei. Terás saudades do trabalho das tuas mãos.” (Jó 14:14,15)

Jó 11:2. Uma conversa muita vezes repetida aparenta ser verdade.

Não é por alguém se gabar que adquire razão.

Jó 11. Zofar acusa fortemente Jó de estar escondendo um pecado; diz para Jó deixar de fazê-lo e se arrepender para ganhar o favor de Deus. Zofar agiu tolamente por acusá-lo sem prova, segundo sua própria crença pessoal e não segundo a fé em Deus.

Jó 12:2,3. Jó critica seus consoladores que insiste em acusá-lo falsamente.

Jó 12:4. Uma pessoa integra a Jeová se torna motivo de riso para o mundano. O cristão deve ter em mente que terá tribulação porque o mundo o odeia.

Jó 12:5. Critica de Jó ao argumento de seus consoladores. Ele chama a pessoa que pensa que por fazer o bem estará imune de calamidades de “despreocupada”. E replica-os citando que pessoas más e ladrões não estão sofrendo, mas estão em segurança (6).

Jó 12:7-9. Observar a criação de Jeová nos ajuda a ter consciência sobre o Criador.

Jó 12:13-25. Jó explana o poder de Deus.

Jó 13:4,5. Não existe sabedoria no proceder mentiroso e difamatório, é mais sabedoria ficar calado do que ter esse proceder.

Jó 13. Jó está confiante de sua integridade e confessa que cometeu erros ao longo de sua vida que, se fossem considerados, não poderia sobreviver, assim como qualquer homem mortal que busca a Deus. Jeová tem misericórdia e não leva em conta os pecados inerentes a imperfeição humana, mas está atento ao proceder do coração da pessoa.

Jó 13:10. Jeová não é injusto para atribuir favoritismo. O cristão não deve agir com parcialidade, favoritismo ou bajulação.

Jó 13:16. Jó está certo de sua inocência e sabe que uma pessoa considerada justa não é punida no julgamento de Deus.

Jó 13:26-28. Jó pensa que se está sendo punido por seus pecados, os pecados inevitáveis do homem mortal que cometeu em sua vivencia (Jó 14:16) e não uma grave transgressão contra Deus - como diz seus consoladores. Parece que Jó começa a ceder (ser influenciado) aos argumentos de seus consoladores.

Jó 14:3. Todos seremos julgados diante da cadeira de juiz de Deus.

Jó 14:4. Outro princípio mencionado por Jó é que não existe como purificar alguém ou ser purificado por outro homem mortal, de modo a atingir a perfeição.

Jó 14:1,2. Jó diz como é a vida do homem neste sistema: curta e cheia de preocupações.

Jó 14:5. Jeová fixou um limite de dias para a vida do homem nascido sub a transgressão de Adão.

Jó 14:6. Jó volta a comparar a vida de homem mortal como trabalho árduo, e seu descanso como fim de sua vida neste sistema de coisas.

Jó 14:7-15. Jó fala da esperança que existe para uma planta (possivelmente uma oliveira; 7-9) e, a seguir, reconsidera a condição dos mortos como estado impotente e comparável ao sono (10-12).

O “céu” pode ser uma figura de linguagem referente à “governo”, neste caso, o governo humano deste sistema de coisas. Essa figura de linguagem também é empregada em outros versículos (2 Pedro 3:5-7,13).

Ele deseja morrer e se livrar de sua lamentável condição (13) e demonstra a fé de ser lembrado por Jeová e ressuscitado (13-15).

O versículo 15 refere-se a pessoa de Jó como trabalho das “mãos de Deus”. Jó nos traz a maravilhosa esperança da ressurreição, “que ele e os antigos servos de Jeová tinham”. A ressurreição não é uma esperança que “surgiu” na época de Cristo.

Jó 14:15. Jeová deseja ressuscitar seus servos.

Jó 14:17-22. Jó lembra que com ele se passará o justo julgamento da transgressão de Adão. Que o homem já nasce em pecado e seu fim é a morte (17-19), então o homem envelhece (20) e depois que morre não tem como saber o que se passa (21); porque o homem não existe depois da morte, o homem só tem consciência, inclusive para sentir dor e lamento, enquanto está vivo (22).

Jó 15:1-2. A humanidade tem inventado técnicas de articulação argumentativa como formas de convencimento; porém uma pessoa sábia não utiliza argumentos vazios para expor sua causa.

Jó 15:3. Dificilmente uma pessoa convencerá outra se não falar de modo franco, ou seja, agir ou ter uma conduta segundo o que se fala.

Jó 15:4. Por Elifaz “achar” que Jó está sofrendo calamidades por um pecado grave que cometeu e ouvir a negação de Jó. Elifaz “supõe” que Jó não esteja agindo segundo o devido temor de Deus que o homem tem que ter.

Jó 15:5,6. Elifaz pensa que o suposto pecado de Jó tem sido maior que a integridade dele à Deus.”

Jó 15:7-9. Elifaz está confiante em sua “tese” para acusar Jó, e exigi de Jó uma resposta para invalida a sua “tese”. Isso mostra que a falta de argumento para desbancar uma tese não constitui um argumento a favor da tese.

Depois Elifaz diz que a sabedoria dos experientes está com ele (10). As pessoas mais velhas podem ser mais sábias para dar conselhos.

Jó 15:11. Elifaz diz que suas palavras e de outros dois “consoladores” são consolos da parte de Deus para o bem de Jó.

Jó 15:14. Nenhum homem mortal é absolutamente justo e puro. Todos comentem erros, até mesmo os que se esforçam para se manter puros e justos.

Jó 15:15. Elifaz volta a falar de sua visão enganosa sobre a personalidade de Deus.

Jó 15:17-35. Elifaz acusa Jó de ser ímpio, e que todas as pessoas más recebe sua devida punição durante sua vida neste sistema de coisas. Um argumento falso que muitas pessoas acreditaram e que ainda hoje existem pessoas que acreditam.

Jó 15:31. As pessoas que rejeitam a Jeová estão buscando outras coisas, como riqueza e poder, algo inútil visto que Jeová é o púnico Deus verdadeiro a quem pertence toda a riqueza e poder; o que essas pessoas receberão de volta é o devido resultado de sua busca neste sistema enquanto perdura sua existência; e sua recompensa enquanto não se voltar para Jeová de coração não passará disso.

  • Por que os cristãos mais velhos estão em melhor condição de ajudar os cristãos mais jovens? (Jó 12:12) A Palavra de Deus mostra que sabedoria e o acumulo de anos estão de mãos dadas. Os mais velhos em geral, propõe conselhos e soluções mais ponderados e sofisticados. Isso pode até mesmo ser evidenciado em experimentos.
  • O que Elifaz deu a entender quando disse que o rosto de Jó ‘estava coberto de gordura’? (Jó 15:27) Esconder ou cobrir a face pode expressar humildade e temor ou respeito reverente. Quando Elifaz disse que Jó encobriu sua face de gordura, ele deu a entender que a prosperidade de Jó o tornara arrogante, visto que gordura indicava uma vida rica e satisfatória.

Dia 7 de abril
“Todos vós sois consoladores funestos!” (Jó 16:2)

Jó 16:1-5. É fácil para uma pessoa falar contra um que está afligido, mas para consolar é preciso ter empatia.

Jó 16:9-11, 20; 19:13-22. Jó achava que era Deus quem estava tomando ação contra ele, mas era satanás. Satanás tirou tudo de Jó, seus bens, sua família, sua saúde, e foi além, tirando-lhe até mesmo a dignidade de um homem (conforme vemos no capítulo 19), fazendo-o motivo de humilhação até mesmo perante os maus, todos os desprezava, e satanás fez com que falsos amigos aviltasse-o ainda mais. Sua prova foi dura, mas seu proceder íntegro foi uma resposta poderosa contra satanás.

Jó 17:8,9. Pessoas justas podem ver o clamor dos justos e o progresso e a paz dos maus, e ficarem perturbadas, mas a pessoa justa permanece no seu proceder de retidão e temor de Deus.

Jó 19:25,26a. Cumprimento profético sobre o messias. Jó expressa a sua esperança de ressurreição, dizendo que virá um redentor sobre a terra para salvá-lo de sua condição imperfeita, visto que Jó é uma pessoa integra.

Jó possuía a esperança de viver no propósito de Deus para com a Terra.

Jó 19:26,27. Parece que “ver a Deus” significa uma melhora de sua condição. Jó tinha certeza de que no tempo determinado por Jeová Deus, ele teria plena saúde. Jó tinha a convicção de presenciar esse ato maravilhoso de Jeová apesar de seus sentimentos estarem destruídos.

Jó 20:5-9. A alegria dos maus é passageira e, diferente de Zofar, sabemos que sua duração pode ser restrita apenas a vivência neste sistema de coisas, sem que haja interferência em sua vida.

Livro de Jó. Jó era um homem de fé, ele tinha a convicção em Jeová. Ele vivia sempre tendo a consciência de seu lugar no arranjo de Jeová; é como se ele visse constantemente a presença de Deus, isso evidencia a sua fé. Conclui-se isso por ele estar confuso (por suas adversidades) sobre sua relação com Jeová e procurar a lógica de sua aflição.

  • Por que Jó falou da morte como sendo um caminho que não tem volta? (Jó 16:22) Porque Jó sabia que apenas Jeová pode fazer uma pessoa viver novamente, sem a intervenção de Deus é impossível que todos os descendentes de Adão, incluindo ele, volte a viver.
  • Como Jó podia dizer “verei a Deus” se nenhum humano pode ver a Jeová? (Jó 19:26) Jó viu a manifestação do poder divino, ouviu a palavra de Deus e teve os olhos do entendimento abertos para enxergar a verdade a respeito de Jeová.

Dia 14 de abril

“Até eu expirar não removerei de mim a minha integridade!” (Jó 27:5)

Jó 21:7-18; 28-34. Jó desbanca todos os argumentos incorretos de seus consoladores, que falam que os maus sempre são punidos, quando os fatos atestam o contrário; inclusive raciocina sobre a lógica do consolo de que os filhos dos maus são punidos (19-21). Jó crê na justiça de Jeová, não no que seus consoladores dizem que é justiça (22-25), mesmo que ele não entenda exatamente o por quê das coisas se darem assim.

Jó 21:23-26. Prova de que tanto o homem rico como o amargurado vão para a mesma condição de morto. Jó sabe que a morte é a punição pelo pecado e que não existe punição adicional além da morte.

Jó trata que muitas pessoas ricas são más e não adoram a Jeová (14-15). É difícil para uma pessoa rica ser um sincero adorador de Jeová.

Jó 22:1-3. Sabemos que a integridade de Jó foi uma prova contra a acusação de satanás de que o homem pode ser obediente a Jeová mesmo sub as mais severas provações.

Jó 23:8. Pode ser um princípio de que Jó sabia que a Terra é esférica.

Jó 23. Jó se encontrava em uma condição péssima e ouvia constantemente falsas acusações para desencorajá-lo e romper sua integridade, e Jó respondia a essas acusações mesmo elas sendo falsidades. Parece que a resposta contra esses argumentos é melhor que ficar em silêncio, apenas ouvindo os falsos acusadores. A resposta firma a sua posição.

Jó 24:12b. Possivelmente por não se evidenciar punição da parte de Deus neste sistema de coisas.

Jó 24. Jó conhece que o terrível fim dos maus é a destruição eterna (18-20). O versículo 20 é uma indicação clara de que os maus não serão “lembrados” por Deus. Em falas anteriores Jó indica a esperança de ser “lembrado” quando tratava-se de ressurreição. A vida de satisfação dos maus se limita a este mundo (23,24), e parece que seus consoladores sabiam disso (25). O dia de julgamento para quem conhece a Jeová é a conduta dela neste sistema de coisas (23; 19:29).

Jó 25:3. Bildade admite que os maus tem os mesmos benefícios que o justos neste sistema de coisas, mas continua acusando Jó e declarando a dureza de Deus.

Jó 26:1-4. Jó usa de sarcasmo para com as palavras de Bildade e indaga da parte de quem é a inspiração dele.

Jó 26:5. Jó é consciente de que os mortos estão impotentes, ou seja, não podem fazer nada.

Jó 26:5b. Certamente o verbete “mar” tem significado simbólico possivelmente referindo-se a “humanidade”.

Jó 26:6. Parece que Jó diferencia a sepultura comum da humanidade do lugar de destruição total.

Jó 26:7,8. Informações científicas sobre astronomia e física. Observando “o círculo sobre a superfície das águas”, os antigos sabiam que viviam em uma possível esfera (10).

Jó 26:11-13. Dá a entender que se trata de uma linguagem simbólica e que Jó tinha um conhecimento das questões espirituais parecido com o atual. Sendo “céu” linguagem figurada para “governo”; “mar” para “humanidade”, e “monstro marinho” e “serpente arisca” lembra ao opositor de Deus. Não significa necessariamente que Jó entendia isso, mas esse trecho pode referir-se a uma profecia.

Jó 26:14. Jó reconhece que sabemos pouco sobre a criação de Deus e os assuntos espirituais.

Jó 27:1-7. Jó estava determinado a perseverar até o fim e não cair na mentira de seus consoladores. Jó optou por estar com Deus e ser ouvido por Ele (8-10).

Jó 27:10. Os servos de Jeová declara a verdade sobre o Todo Poderoso e não as escondem.

Jó 27:8-10; 11-23. Palavras proféticas sobre o fim dos ímpios.

  • Por que mudar um “marco divisório” de lugar era um erro grave? (Jó 24:2) A lei de Jeová proibia recuar marcos divisórios. Na realidade, quem recuasse “o marco divisório de seu próximo” era maldito. Visto que os donos de terras geralmente dependiam das safras produzidas pelos seus terrenos, recuar o marco divisório significaria privar o próximo de parte dos seus meios de subsistência. Isto equivalia a furto e era assim encarado nos tempos antigos.
  • Por que a descrição que Jó fez da Terra é impressionante? (Jó 26:7) Porque esta verdade era algo impensável e contrariava os pensamentos científicos que prevaleciam até a época de Isaac Newton.

Dia 21 de abril

“Concluí um pacto com os meus olhos. Portanto, como poderia mostrar-me atento a uma virgem?” (Jó 31:1)

Jó 28:17. O vidro já era conhecido no tempo de Jó.

Jó 28:27,28. Jó fala do esforço do homem para extrair minérios preciosos, e compara-o com a aquisição da sabedoria, que é muito mais preciosa, não pode ser comparada e nem existe uma fonte palpável dela no planeta, apenas Deus sabe como encontrá-la e nos explica como adquiri-la. O temor de Jeová é sabedoria.

Jó 30:23. Todas as pessoas que morrem caem na mesma condição de inexistência. Nenhum humano tem destino diferente.

Jó 31:4. Jó indica que Deus não o rejeitou. Jó estava errado em pensar que sua calamidade era segundo a vontade de Deus.

Jó 31:7,9. Jó revela como os olhos pode desviar o coração e se tornar um laço, ainda mais em sentido sexual.

Jó 31:15. Todas as pessoas são iguais.

Jó 31:16-18. Uma vez que Jó se comprometia a cuidar de alguém, ele estava sub julgamento para de forma alguma agir com maldade.

Jó 30. O povo em geral, principalmente os imprestáveis, assim como os consoladores, pensavam coisas ruins sobre Jó. Eles levantavam falsas acusações sobre as intenções do coração de Jó, algo que eles estavam errados e apenas Deus pode saber.

Jó 30:25. É justo orar e se lamentar pelos que sofrem.

Jó 29. Jó fez o bem e foi caridoso com todos, ele achava-se no direito da proteção de Jeová (Jó 30:26).

Jó 31:1. Jó fez um pacto com “seus olhos” de modo que não se permitiria dar atenção indevida a uma jovem mulher. Jó buscava a justiça e estabeleceu seu pacto para censurar o princípio do desejo sexual impróprio.

Jó 31:6. Jó utilizou ilustração da balança e peso como símbolos da execução da justiça.

Jó 31:3. Jó refere-se que o fim do ímpio é a destruição eterna e não algo ruim neste sistema de coisas.

Jó 31:13,14. O homem tem o dever perante Jeová de se corrigir diante da queixa de seu próximo. O homem que realiza injustiça por não acatar uma queixa válida de seu próximo, terá de prestar contas diante do tribunal de justiça de Deus.

Jó 31:23. Jó possuía o temor de Deus e obedecia este princípio divino.

Jó 31:16-25. A ajuda aos necessitados é algo importante no temor de Jeová.

Jó 31:25-28. A confiança na riqueza é um laço que não trás real segurança, sendo, portanto, idolatria, assim como a adoração de corpos celestes.

Jó 31:29,30. Jó pecaria se invocasse o mal sobre seu inimigo. Certamente Jó gostaria de livrar-se de seus inimigos por eles andarem no caminho da justiça.

Jó 31:31,32. Jó ajudava as pessoas e era hospitaleiro.

Jó 31:33,34. Muitos hoje tentam encobrir a todo o custo o seu erro, e chegam a declarar-se inocentes, mas Jó não fazia isso. Muitos homens públicos tentam esconder o erro pelo temor da multidão e o risco de ser desprezado pelas pessoas.

Jó 31:38,39. O homem justo não prejudica o solo produtivo, nem frauda.

Jó 30:24. Causar calamidade a um atribulado é algo muito cruel e era isso o que se estava passando com Jó.

Jó 32:2. Jó pensava que Deus o estava provando por vontade própria, ele não possuía o conhecimento completo das questões celestiais e se perguntava o porquê desta ação da parte de Deus.

Jó 32:4. Eliú atribuiu honra e respeito aos mais velhos por respeitar as suas falas.

Jó 32:9. Não é a idade que define a sabedoria da pessoa.

Jó 32:16. Assim como Eliú respeitou a fala dos consoladores de Jó, ele pediu que eles não interferissem em sua fala.

Jó 32:22. A bajulação desagrada a Deus.

  • Como Jó “tentou provar que ele tinha razão e não Deus”? (Jó 32:2) Visto que apenas Deus pode declarar justo um homem, as tentativas de se mostrar justo à base de méritos próprios ou por aceitar o julgamento de outros quanto à justiça da pessoa, não têm nenhum valor. Jó foi repreendido porque, embora não acusasse Deus de algum mal, ele ‘declarava justa a sua própria alma em vez de a Deus’.
  • Por que Eliú achou que ele podia falar mesmo sendo mais jovem que os outros? (Jó 32:8,9)

Dia 28 de abril

“Longe está do [verdadeiro] Deus agir ele iniquamente, E do Todo-poderoso agir injustamente!” (Jó 34:10)

Jó 33:4. Jeová é quem criou e mantém a nossa vida.

Jó 33:6. Apesar dos descendentes de Adão não ter sido feitos literalmente de terra, como descendentes de Adão, podemos dizer que fomos feitos do barro por causa da criação de Adão. Uma linguagem poética que lembra a criação do homem.

Jó 33:15-17. Deus pode utilizar o sonho (caso faça parte de seu propósito), para falar com seus profetas, para afastar homens de atos maus e para corrigir o orgulhoso.

Jó 33:14. De modo geral Jeová alerta o povo, mas ninguém dá atenção.

Jó 22:12,13. Deus não precisa nos dar satisfação. Não entender o motivo de algo na vida ou de alguma circunstância não é motivo para queixa contra Deus.

Jó 33:23,24. Palavras que lembram Jesus e o resgate para a humanidade.

Jó 33:25,26. Palavras que lembram a aplicação do resgate de Jesus no Novo Mundo.

Jó 33:27-30. Trecho que mostra a misericórdia e a extensão do aspecto perdoador de Jeová.

Jó 33:19. O sofrimento de um homem temente pode resultar na correção do proceder faltoso.

Jó 33:30. Eliú diz da esperança da ressurreição do homem.

Jó 33. Jó pecou por queixar-se, mas permaneceu íntegro a Jeová.

Jó 34:4-7. Eliú relembra o erro de Jó, por dizer que é justo e estar sendo injustiçado por Deus. Isso se deu também por ele estar na companhia de pessoas tolas e dado ouvidos aos conselhos deles. Os cristãos não devem prestar atenção em pessoas que não temem a Jeová.

Jó 34:10,12. Deus nunca faz o mal; nunca faz a injustiça.

Jó 34:11. Todos os homens são julgados no tribunal de Deus.

Jó 34:13-15. Jeová não governa sobre criaturas imperfeitas, se Ele governasse, Ele traria a devida punição pelo pecado, que é a morte. Isso é possível porque Ele tem o poder de extinguir a humanidade.

Jó 34:19. Não existe nenhuma parcialidade de Deus para com os humanos, pois todos existem graças a Deus.

Jó 34:21. Jeová conhece os homens.

Jó 34:23. O tempo de julgamento não é necessariamente uma época determinada, podendo o julgamento ser no decorrer da vida da pessoa neste sistema, ao passo que quando findar este sistema haverá um julgamento dos vivos no tempo determinado do fim.

Jó 34:22. É impossível esconder seus atos de Deus (do julgamento Dele).

Jó 34:23-33. Jeová pode trazer a punição de seu julgamento ainda neste sistema (se assim desejar). Mesmo que Deus não traga a punição do homem mau neste sistema, podemos estar certos que a punição virá sobre os maus.

Jó 34:33. As adversidades que um justo passa neste mundo se dá pela permissão de Deus, e o sofrimento do justo se passa a vista de Deus, de modo que o comportamento do homem estará incluído no julgamento de Deus.

Jó 34:36,37. A réplica de Jó foi uma queixa contra Deus pelo seu sofrimento, que apesar de se esforçar como homem justo, ele estava recebendo de Deus o que não era recompensa. Jó tinha enfraquecido na fé e estava transformando sua atual situação em um princípio que distorcia a personalidade de Deus perante os homens.

Jó 35:5-9. O pecado e a justiça do homem afeta principalmente o seu semelhante, que clama a Deus como governante para salvá-lo do pecador. Se amamos nosso próximo, nos empenhamos pela justiça. Se somos justos queremos ser governados pelo Todo Justo, Jeová.

Jó 35:10-13. Por causa do que é mau, as pessoas clamam, mas não ao verdadeiro Deus, que apesar de consciente, não responde a clamores vazios (13).

Jó 35:14. Aqui está a explicação da fala de Jó que disse que “verá a Deus”, Jó estava dizendo que não “via” ação da parte de Deus para com o seu sofrimento, mas Eliú garante que Deus está presenciando tudo e trará o resultado de sua integridade no tempo devido.

Jó 35:15. Jeová não levou em consideração o pecado da impetuosidade que Jó exerceu em palavras. Jeová não é rígido, Ele entende o nosso comportamento e traz um julgamento justo e bom.

Jó 36:7b. Texto que traz maior referencia aos ungidos (que reinarão com cristo no céu).

Jó 36:5. Jeová se agrada de qualquer esforço que fazemos para servi-lo.

Jó 36:7a. Jeová sempre cuida do justo.

Jó 36:9. Eliú indica que Jó na sua aflição aumentou o seu orgulho, talvez até mesmo sem perceber (13).

Jó 36:13. Como o texto diz, os que tem coração ímpio, ao passar por uma situação ruim, não clamam por ajuda, mas tem ressentimento de Deus, mas seu comportamento é uma adoração a demônios (14).

Jó 36:18-21. Eliú indica que Jó repudiava a condição em que se encontrava e queria volta aos bons tempos de antes, mas não pensou qual era a vontade de Deus.

Jó 36:24,25. Jeová se revela por tudo o que fez na criação.

Jó 36:26. Certas coisas sobre Jeová estão além da compreensão humana: como a sua grandeza e o número de seus anos.

Jó 36:27. Eliú narra o evento científico do ciclo da água, associado com a sabedoria, o poder e o amor de Jeová.

Jó 37. Eliú narra alguns eventos da natureza (obras maravilhosas de Jeová) aparentemente avançadas para o seu tempo e realiza perguntas a Jó dessas obras maravilhosas de Jeová para que perceba que ele não possui nenhum entendimento para chegar a acusar a Deus de injustiça.

Jó 37:24. Jeová não mostra favor a quem se considera sábio.

  • O que talvez tem sido o “resgate” que Eliú mencionou? (Jó 33:24,25) Eliú denunciou o erro grave que Jó cometeu ao preocupar-se com sua reputação e ir contra a Deus, mas Eliú trouxe a boa notícia de que se Jó se arrependesse, Jeová aceitaria um sacrifício animal de resgate por seu pecado. Hoje temos um resgate permanente e válido para todos, o de Cristo.
  • Até que ponto Jó foi provado, e o que isso nos ensina? (Jó 34:36) Jó foi provado até o limite. De forma similar, nossa fé e nossa integridade só podem ser plenamente confirmadas se de algum modo formos ‘provados até o limite’. Não obstante, nosso amoroso Pai celestial não permitirá que sejamos tentados além do que podemos aguentar.

Dia 5 de maio

“Deveras me arrependo em pó e cinzas” (Jó 42:6)

Jó 38. Por meio de uma série de perguntas Jeová traz a compreensão o erro de Jó ao falar que Jeová não prestava atenção em seus servos.

Jó 38:5,6. O planeta foi formado e fixado com as medidas estabelecidas por Deus.

Jó 38:7. As criaturas espirituais são mais antigas que a criação da Terra.

Jó 38:8-11. Eventos decorrentes da formação da Terra.

Jó 38:12,13. Jeová estabeleceu o movimento do planeta afim de que a luz a envolvesse em toda a sua extensão.

Jó 38:14. A Terra está selada como a moradia do homem, Deus a fez permanente e bonita, no entanto ela se transformar e mudar.

Jó 38:16. O mar possui profundezas e há dificuldade em explorá-las.

Jó 38:15. Garantia de que os maus serão retirados da Terra.

Jó 38:22,23. Jeová pode utilizar granizo e a neve para o dia de batalha, especialmente para o fim deste sistema de coisas.

Jó 38:18-27. Perguntas sobre os fenômenos naturais dos quais chegamos a compreender alguns nos dias de hoje, porém não plenamente.

Jó 38:28,33. Jeová é o Criador do planeta e dos fenômenos dela.

Jó 38:31-33. Jeová criou o universo, Ele pode manter como as constelações juntas, separá-las e movê-las. Ele estabeleceu leis que regem o universo e essas leis afetam a Terra.

Jó 38:36,37. Jeová é quem estabeleceu a ordem à Terra e ao universo.

Jó 38:38. Jeová pode transformar o planeta.

Jó 38:39-41. Jeová cuida dos animais.

Jó 39. Jeová realiza uma série de perguntas sobre a natureza de vários animais e faz refletir sobre quem colocou neles seus extintos.

Jó 40:6-9. Jeová repreende Jó por persistir em sua justiça e invalidar a de Deus em decadência de sua condição.

Jó 40:10-13. Jeová tem capacidade de humilhar os altivos.

Jó 40:15-24. O beemote provavelmente é o hipopótamo.

Jó 41:1-10a,12-34. O leviatã aqui mencionado provavelmente é o crocodilo.

Jó 41:11. Todas as coisas foram feitas por Jeová de modo que Ele não deve a ninguém.

Jó 42:7,8. Jeová confirma que conselhos de Jó falaram mentiras sobre Jeová, e isso foi um pecado muito grave. Hoje em dia os líderes das religiões seguem o proceder dos consoladores de Jó falando mentiras sobre Deus.

Jó 42:9. Os consoladores de Jó não foram condenados por Deus pelo perdão de Jó, a quem tento perseguiram.

Jó 42:10. Jó retornou ao seu estado saudável depois que perdoou seus inimigos. O perdão dos inimigos resulta no perdão de Jeová.

Jó 42;10-17. Jeová abençoou Jó com o dobro de tudo o que tinha de modo que seu fim posterior foi mais abençoado que seu princípio.

Jó 42:15. Jó passou a conceder também as suas filhas uma herança.

  • Quem são as “estrelas da manhã”, e o que sabemos sobre elas? (Jó 38:4-7) As “estrelas da manhã” eram os anjos. Eles são criação divina, por isso são chamados “filhos de Deus”. O versículo indica que no tempo em que eles presenciaram a criação da Terra, todos os anjos formavam uma família unida.
  • Como podemos ver a Deus, assim como Jó viu? (Jó 42:3-5) Precisamos usar a Bíblia para meditar nas nossas circunstâncias. À medida que formos percebendo o apoio de Jeová, ele se tornará mais real para nós.

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