Em meu tempo integrando e ajudando o grupo de construção por alguns meses (junho à outubro) e ajudando no construção de meu próprio salão (dezembro à fevereiro) pude participar dos comentários de até dois minutos do texto diário. Esses são meus comentários feitos:
19/01/2015; 1Timóteo 1:17 [W14 15/1]
O rei Sobhuza II, da Suazilândia reinou cerca de 60 anos. Para os padrões modernos, isso foi uma façanha. No entanto, por mais impressionante que tenha sido a duração do governo do rei Sobhuza II, existe um rei cujo governo não é limitado pela curta duração da vida humana. A Bíblia se refere a ele como “Rei da Eternidade”. Um salmista mencionou esse rei por nome ao proclamar: “Jeová é Rei... para todo o sempre” (Salmo 10:16). A duração do reinado de Deus faz com que seu governo seja diferente de qualquer governo humano. Mas é a forma de Jeová governar que nos atrai a ele. Certo rei que governou o Israel antigo por 40 anos louvou a Deus com essas palavras: “Jeová é misericordioso e clemente, vagaroso em irar-se e abundante em benevolência”. Jeová é que estabeleceu firmemente seu trono nos próprios céus; e seu próprio reinado tem mantido domínio sobre tudo.” Jeová não é apenas nosso Rei, ele também é nosso pai, nosso amoroso pai celestial.
30/12/2014; João 12:42,43; [W99 1/8]
No primeiro século EC, o rei Herodes fez um discurso ao povo e este gritou: “A voz de um deus e não de homem!” O vaidoso rei não discordou, mas quis ter glória. Nisto, “o anjo de Jeová o golpeou instantaneamente, porque não deu a glória a Deus”. Herodes honrou a si mesmo, não a Jeová, e foi morto. Os líderes religiosos do tempo de Herodes também haviam desonrado a Deus por conspirar para matar o filho dele, Jesus. Alguns governantes sabiam que Jesus ensinava a verdade, mas não queriam segui-lo “pois amavam mais a glória dos homens do que mesmo a glória de Deus”. Aquela nação como um todo não honrava a Jeová, nem ao seu representante designado, Jesus. Em resultado disso, Jeová não continuou a honrá-los, entregando tanto a eles como seu templo à destruição. Mas preservou vivo aos que honraram tanto a Ele quanto ao seu filho.
Podemos aprender que todos os que querem viver no novo mundo de Deus, depois da destruição do atual sistema, têm de honrar a Deus e aos seu filho, Jesus Cristo, e têm de obedecer-lhe. Os que não dão honra “serão decepados da própria terra”. Por outro lado, os retos que louvam a Deus e a Cristo e que lhes obedecem “são os que residirão na terra”.
02/11/2014; Salmo 91:2; [W10 15/2 p26 §10]
A dedicação e o batismo resultam em uma grande bênção – o privilégio de “morar no lugar secreto do Altíssimo” – Trata-se de um simbólico lugar de segurança – uma condição ou estado de proteção contra o dano espiritual. É “lugar secreto” porque é desconhecido para pessoas sem visão espiritual e que não confiam em Deus. Por vivermos em harmonia com nossa dedicação e exercemos em total confiança em Jeová, estamos, na realidade, dizendo-lhe: “Tu és meu refúgio e minha fortaleza, meu Deus, em quem vou confiar”. Jeová Deus se torna nossa habitação segura.
Termos acesso ao “lugar secreto” de Jeová significa que fomos abençoados com o privilégio de ter desenvolvido uma relação pessoal com ele. Esta começa com a dedicação e batismo, depois, aprofundamos nossa relação com Deus nos achegando a ele por meio do estudo bíblico, orações sinceras e plena obediência. Jamais duvidemos de Jeová ou de seu desejo e capacidade de nos ajudar a cumprir nosso voto de dedicação.
01/10/2014; Zacarias 14:1; [W03 15/7 p10 §6,8]
Para sermos santos temos que manter a pureza física, mental, moral e espiritual. Será que estamos nos preparando para o “dia de Jeová” por nos manter santos, como pessoas que levam o nome de Jeová? Hoje em dia não é fácil manter tal pureza, porque as normas de moral do mundo pioram constantemente. Percebemos que as normas de moral que seguimos estão cada vez mais diferente das normas do mundo? Se não, temos motivos para nos preocupar. Será que as nossas normas pessoais, embora mais elevadas que as do mundo, estão se deteriorando? Nesse caso temos que tomar ação positiva para corrigir esta situação a fim de agradarmos a Deus.
A vasta maioria das Testemunhas de Jeová, incluindo jovens e idosos, apegam-se às elevadas normas morais de Deus e evitam os engodos imorais deste mundo. Por reconhecerem a urgência dos nossos tempos e da advertência de Pedro, de que: “o dia de Jeová virá como ladrão”, elas continuam a realizar “atos santos de conduta”. Seus atos provam que estão “aguardando e tendo bem em mente a presença do dia de Jeová”.
30/10/2014; Mateus 25:13; [W03 15/12 p21 §10]
A Bíblia enfatiza repetidas vezes a necessidade de continuarmos despertos e mantermos os nossos sentidos, como no exemplo do texto de hoje; mas a Bíblia contém também outras explicações como: “mostrai-vos prontos”, “persistir em olhar”, “mantende-vos despertos”, “mantende-vos prontos”.
Depois de dizer que o dia de Jeová virá inesperadamente sobre esse mundo, o apóstolo Paulo exortou os concrentes: “não estejamos dormindo assim como fazem os demais, mas fiquemos despertos e mantenhamos os nossos sentidos”. No último livro da Bíblia, o glorificado Jesus Cristo enfatizou que sua vinda seria repentina dizendo: “Venho depressa”. Muitos dos profetas hebreus também descreveram o grande dia de julgamento de Jeová e avisaram a respeito dele. Lermos diariamente a Palavra de Deus, a Bíblia, e refletirmos sobre o que lemos é uma excelente ajuda para permanecermos espiritualmente alertas.
26/06/2014; Deuteronômio 6:4; [W12 01/3]
Quando a nação de Israel recebeu o pacto da Lei, que é parte da Bíblia, foi lhes dado a seguinte ordem: “Nunca deves ter quaisquer outros deuses em oposição à minha pessoa”. Quantas pessoas estavam falando? O texto hoje diz claramente: “Escuta, ó Israel, Jeová, nosso Deus, é um só Jeová” – não três em um. Os israelitas tinham acabado de ser libertos do Egito, onde Osíris, Isis e Hórus – uma das várias trindades de deuses – eram adorados. Assim a nação devia adorar apenas um Deus. Até que ponto era importante eles entenderem esse mandamento? Um sábio diz: Esse sublime pronunciamento de absoluto monoteísmo foi uma pronunciação de guerra contra o politeísmo.
Quando as pessoas obtêm conhecimento exato de Deus e desejam servi-lo, são batizadas “em nome de Pai, e do Filho, e do espírito santo”. Elas entendem e aceitam a autoridade de Jeová e o papel de Jesus Cristo no desenrolar do propósito de Jeová. Elas também entendem a função e a autoridade do espírito santo de Deus, que é sua força ativa.
21/10/2014; Jeremias 9:26; [W13 15/3 §10,11]
Quanta gratidão sentimos por Deus nos dar entendimento do coração figurativo, mas alguns talvez se perguntem: “por que isso interessaria os irmãos hoje?” O caso não é que muitos irmãos na congregação estejam praticando a maldade ou se tornando “pessoas ruins”, como muitos judeus no tempo de Jeremias, pelo contrário, os servos de Deus atuais são um povo devotado e limpo. Mesmo assim Davi clamou para que Deus examinasse seu coração. Jeová deseja que cada um de nós entre e permaneça numa condição aceitável a ele.
Com relação ao justo, Jeremias reconheceu: “Tu, ó Jeová dos exércitos, examinas o justo, vês os rins e o coração”. Se o Todo Poderoso examina até mesmo o coração do justo, não devemos nós mesmos fazer uma honesta autoanálise? Ao assim fazermos talvez notemos uma atitude, um objetivo ou um sentimento profundo que precise de atenção. É possível que reconheçamos algo que esteja tonando nosso coração menos sensível como um “prepúcio do nosso coração”, (por assim dizer) que percebemos que deve ser removido. Isso seria uma figurativa cirurgia do coração.
16/10/2014; Salmo 34:18; [W04/2 §18]
A Palavra de Deus usa algumas vividas e comoventes figuras de linguagem como garantia de que Jeová nos dá atenção e nos ama como pessoa. Ele coloca as lágrimas que seus servos leias derramam no “odre” dele, o que significa que ele vê e se lembra das lágrimas que seus servos derramam na luta para continuar a serem fiéis. Ele sabe quando o seu servo está com o coração quebrantado, e está perto dele nessas horas, portanto Jeová sabe cada pormenor a seu respeito, inclusive o número dos “próprios cabelos da sua cabeça”. Acima de tudo, Deus “deu o seu filho unigênito” a seu favor.
Ocasionalmente, talvez seja difícil acreditar que tais textos se aplicam a você. No entanto, temos de confiar na palavra de Jeová. Ele quer que acreditemos que ele nos ama, não só como grupo, mas como indivíduo.
09/10/2014; 1 Pedro 2:14; [W07 1/3 p25 §3]
Como Criador e governante supremo do universo, Jeová merece ser temido. No entanto, tal temor não é um medo exagerado de um Deus cruel, mas uma admiração reverente pelo que Jeová é; e também o medo de o desagradar. O temor de Deus é nobre e enriquecedor, não é deprimente nem aterrorizante. Jeová é o “Deus feliz” e ele quer que sua criação tenha prazer na vida, mas para isso temos que viver em harmonia com os requisitos de Deus. Isso, para muitos significa mudar seu estilo de vida. Todos os que fizeram tais mudanças saborearam que Jeová é bom; para elas não falta nada de valor permanente, porque elas têm uma boa relação com Deus.
Quando os que temem a Deus são pressionados pelos inimigos a parar de servi-lo, podem lembrar-se do conselho de Jesus: “Todo aquele que confessar perante os homens estar em união comigo, o Filho do homem também confessará perante os anjos de Deus estar em união com ele...”.
22/09/2014; Salmo 115:17; [W73 1/12 §17]
Viver tão plenamente apenas na expectativa da morte não seria mesmo algo satisfatório. Afinal a morte é inimiga, não amiga; e Jesus salientou a necessidade do homem ter vida eterna ao dizer: “Pois de que proveito será para o homem, se ele ganhar o mundo inteiro, mas pagar com a perda da sua alma?” Empenhos por bens materiais com a perspectiva de morte não são realizações alguma. Para prestar serviço a Deus, o homem tem de viver; os mortos, porém, não podem honrar a Deus. Na realização do ministério cristão nos empenhamos em reconciliar o homem com Deus, para que possa viver eternamente para a glória de Deus. Estas são notícias que Cristo proclamou!
Portanto o objetivo da vida deve ser o de chegar a conhecer a Deus, não é apenas uma vida de poucos anos, mas a vida eterna por Cristo Jesus. E procurar obter esse dom é o que torna a vida cristã como Testemunhas de Jeová, tão emocionante, tão significativa e tão satisfatória, mesmo desde já.
18/09/2014; Êxodo 23:17; [W85 1/5]
As Testemunhas de Jeová são bem conhecidas não só pelo seu zeloso ministério de casa em casa, mas também por suas grandes assembleias e congressos cristãos. Estas já se realizaram por mais de 100 anos, remontando a 1879. Há um bom precedente bíblico para essas assembleias, assim como o lido no versículo Êxodo 23:17; Jeová considerava essas reuniões tão importantes que fez Moisés enfatizá-las repetidas vezes em sua palavra inspirada. Muitas pessoas fazem grandes sacrifícios para assistir a essas reuniões que nos fortalece a manter a integridade. Se reconhecermos plenamente o desafio que constitui manter a nossa integridade, iremos às assembleias e congressos “cônscios de nossa necessidade espiritual”. Prestaremos devida atenção ao que é dito da tribuna, faremos anotações, participaremos de coração nos cânticos e nos envolveremos no espírito das orações feitas. Escutaremos também com cuidado o conselho dado sobre manter nossa integridade para com Jeová Deus, para com o cônjuge e para com nossos concristãos. Os discursos, as entrevistas, as demonstrações e os dramas nos encorajarão e nos equiparão para ficarmos mais decididos do que nunca a manter a integridade até o fim deste velho e iníquo sistema de coisas.
11/09/2014; Daniel 2:21; [W98 15/9 §9, W94 1/7 §5]
Em harmonia com a realização de seu propósito, Deus determinou “ocasionalmente” fronteiras nacionais, e em que época certa nação predominaria numa região ou como potência mundial. Jeová “ocasionalmente” causou a queda de certos governantes ou governos, mas permitiu que outros continuassem no poder. A respeito dos governantes cuja existência Jeová tolera, pode-se dizer que eles “acham-se colocados por Deus em suas posições relativas”. Isto não significa que Jeová seja responsável por todas as conquistas e mudanças políticas entre as nações. No entanto, ele pode intervir quando decide fazer isso para realizar o seu propósito. Por isso, o profeta Daniel que iria presenciar o fim da potência mundial babilônica e sua substituição pela Medo-Persa, disse a respeito de Jeová: “Ele muda os tempos e as épocas, removendo reis e estabelecendo reis”.
07/09/2014; Isaías 60:22; [W12 15/8 §13; W08 15/7 §6]
É notável como Jeová tem atraído pessoas sinceras à sua organização, por exemplo: em 1914 havia 200 congregações dos Estudantes da Bíblia no mundo, mas atualmente há 113823 congregações. Hoje cerca de 8 milhões de pessoas aceitaram o “verdadeiro conhecimento”, pondo em prática o que aprendem. Isso tudo apesar de Jesus ter dito que seus discípulos seriam pessoas odiadas por todos por causa de seu nome, mas apesar dos esforços de satanás e seus agentes contra os servos de Jeová, nós temos tido sucesso fenomenal no cumprimento da missão de fazer discípulos. Pregamos por toda a Terra habitada. Isso jamais poderia ser realizado sem apoio divino. É como a ilustração do grão de mostarda que Jesus usou para divulgar o espantoso crescimento na divulgação da mensagem do Reino. Apesar da semente de mostarda ser bem pequena, a planta cresce e pode chegar a cinco metros, desenvolvendo ramos tão fortes que ela pode ser considerada uma árvore.
Desde o estabelecimento do Reino de Deus no céu em 1914, os ramos da “árvore” têm expandido além das expectativas. O povo de Deus tem visto o cumprimento literal da profecia registrada em Isaías: “O próprio pequeno tornar-se-á mil, e o menor, uma nação forte”.
15/08/2014; Filêmon 25. [W77 15/12 §21,23,26]
O apóstolo Paulo expressou a esperança de que o senhor Jesus Cristo estivesse com o espírito mostrado pelas congregações e pelas pessoas. De modo similar, o glorificado Jesus Cristo preocupa-se com o espírito demonstrado pelas congregações, conforme podemos ler em Revelação capítulo 2 e 3. Portanto, os anciãos cristãos da atualidade devem estar profundamente interessados no espírito mostrado pelas congregações com as quais servem.
Uma avaliação talvez revele a necessidade de se cultivar maior espiritualidade na congregação. O superintendente Timóteo teve de enfrentar alguns dentro da congregação, os quais lutavam com palavras e não estavam favoravelmente dispostos com a verdade. A presença deles produziu uma época dificultosa para a congregação. Portanto Timóteo devia “pregar a Palavra” – não sabedoria humana, mas a Palavra de Deus. De modo similar, para o bem espiritual das congregações hoje em dia, os anciãos precisam pregar a Palavra, baseando seus comentários na Bíblia, quer na tribuna, quer em conversação particular.
Haverá um bom espírito alegre na congregação do povo de Deus, se os irmãos orarem uns pelos outros por exemplo. Além disso, prevalecerá um bom espírito, se os superintendentes cristãos pastorearem amorosamente o rebanho. De fato, o Senhor pode estar com o espírito que você mostrar, mas isto exige algo bem específico da sua parte. Precisa ter um bom entendimento da Palavra de Deus, a fim de agradar plenamente a Jeová.
14/08/2014; Eclesiastes 8:9; [sem referência]
“Israel retoma ataque a Gaza após Hamas lançar mísseis”, “França fornecerá armas aos curdos do Iraque em luta contra Estado Islâmico”, “Emboscada de rebeldes mata 12 combatentes na Ucrânia”. Todas essas notícias são de 10 horas atrás; de fato as notícias de guerras e conflitos pelo mundo surge a cada momento e não são só este tipo de notícias, mas também de doenças, corrupção, desastres. Não precisamos ver notícias para notarmos os problemas do mundo em que vivemos.
Desde que Adão e Eva rebelaram-se com satanás contra o governo do Rei Jeová, foi concedido, por um período, que homem seja governado por homem; e a humanidade desde o princípio tem passado por diferentes formas de governo e em nenhum momento tem obtido paz e segurança. No entanto Jeová proporcionou um resgate para o seu governo; que resolverá todos os problemas que a humanidade causou e permitirá que desfrutemos plenamente das criações de Jeová. Por nos tornarmos amigos de Jeová e de Jesus Cristo e exercemos fé no sacrifício de resgate, somos cidadãos do Reino de Deus. Jeová deseja que todas as pessoas venham a estar neste governo, por isso, como cidadãos do Reino, temos a incumbência de apresentá-lo ao nosso próximo.
13/08/2014; Filipenses 1:27; [W89 15/6 §4 e 10]
Glorificar a Jeová Deus com conduta excelente faz claramente parte de nosso dever cristão. A conduta excelente, naturalmente inclui muitas coisas como a honestidade e a boa moral. Contudo essas qualidades em geral são observadas apenas por quem nos conhece bem. Que dizer da vasta maioria das pessoas com quem temos apenas contado casual? É especialmente neste caso que precisamos de boas maneiras. Pois, como a embalagem que realça o atrativo de um presente valioso, as boas maneiras tornam mais atraente o que temos a oferecer. Quaisquer outras qualidades cristãs que talvez tenhamos, por mais admiráveis que sejam nossas intenções, elas pouco farão se nos faltarem as boas maneiras. Comportar-se de maneira digna das boas novas naturalmente envolve nosso ministério público. Temos que ter em mente que temos uma mensagem pacífica e as nossas maneiras devem refletir isso. Por sermos calorosos, amistosos e respeitosos, deixamos o morador saber que visamos de coração os seus melhores interesses. Às vezes, porém, a pessoa que nos atende age com falta de respeito. Não devemos nos abalar, mas seguir o que Jesus disse: “... se o morador não for merecedor, venha sobre vós a vossa paz”. As nossas maneiras na pregação devem sempre se ajustar ao “ministério da reconciliação”.
31/07/2014; João 16:13; [W02 01/2]
- Na última noite que Jesus permaneceu...
- Um dos apóstolos... “Senhor, para onde vais?”
- Retornar ao Pai / não estaria mais fisicamente para instruí-los / Solicitarei um ajudador... com seus discípulos para sempre
- Jesus informou que esse ajudados só poderia vir depois da morte dele.
- Pode ser que ficassem preocupados e confusos aos que isso...
- Não precisariam sem preocupar, o espírito de Deus lhes faria lembrar de todas as coisas que ele lhes dissera
Ele os habilitou a lembra-se do ministério e dos ensinos de Jesus, até mesmo das palavras dele, e assentá-los por escrito. Este relato inclui os evangelhos preciosos que Jesus deu quando instituiu a comemoração da sua morte.
Jesus prometeu também àqueles primeiros discípulos, que o espírito “lhes ensinaria todas as coisas”. O espírito da verdade os ajudaria a compreender as coisas mais profundas das Escrituras e os preservaria unidos em pensamento, entendimento e objetivo.
O espírito santo deu assim força àqueles primeiros cristãos para agirem como um escravo fiel e discreto. O espírito santo supre aos cristãos ungidos individuais “alimento espiritual no tempo apropriado”.
27/07/2014; Atos 3:19; [W06 15/11]
O arrependimento não é apenas sentir vergonha ou ter medo de ser descoberto. “Arrepender-se” significa “mudar de atitude” com relação a má conduta, porque o transgressor lamenta o erro. A pessoa que comete um erro pode chegar a pensar que encobri-lo pode livrá-lo de perguntas embaraçosas e da desassociação; e que ficando quieto ninguém vai saber, mas se a pessoa cometeu um pecado grave, como poderia receber a misericórdia de Deus se tentasse esconder o erro? Deus sabe tudo o que acontece, e ele não deixa simplesmente passar a transgressão. Se a pessoa cometeu um pecado grave, confessá-lo pode ser de ajuda para recuperar a boa consciência. Deixar de confessar talvez resulte numa consciência corrompida que poderia levá-lo a pecar ainda mais. Lembre-se que seus pecados não apenas contra outro humano, ou contra a congregação, é contra Deus.
Jeová não abençoa quem oculta um pecado grave e tenta permanecer na limpa congregação cristã. Portanto, se a pessoa pecou e deseja fazer o que é certo, não hesite em fazer uma confissão sincera. Lembre-se: Jeová é um Deus “misericordioso e clemente, vagaroso em irar-se e abundante em benevolência e em verdade, preservando a benevolência para com milhares, perdoando o erro, e a transgressão, e o pecado”.
24/07/2014; Gênesis 22:16; [W12 15/10 e it-2, juramento] substituto
O juramento é algo muito importante, é uma declaração que se atesta a veracidade do que se disse, que a pessoa fará ou não fará certa coisa, frequentemente envolve algum apelo de alguém superior, frequentemente Deus.
E é curioso o fato de que algumas vezes a Bíblia menciona o juramento por Jeová. Sabemos que Deus sempre cumpre as suas promessas; o próprio Jeová é uma garantia disso, mas Jeová jura em benefício da humanidade, sendo outra garantia e uma mostra de sua determinação.
Quanto aos humanos, Jesus disse: “não jureis absolutamente”, isso não significa que é proibido jurar, mas Jesus repreende as pessoas que entraram no costume de jurar por coisas triviais e sem ter a intenção de cumprir. Por irem além de um simples “sim” ou “não” para declarar suas intenções, tais pessoas talvez se revelem indignas de confiança, estando, portanto, sub a influência do “iníquo”.
Os cristãos verdadeiros se empenham em cumprir o que dizem, não precisam jurar, mas deixam simplesmente que seu “sim” signifique “sim”.
20/07/2014; Salmo 27:10; [W85 15/7]
A família é uma importante instituição que Jeová criou aos humanos, e é uma bênção quando toda a família adora a Jeová. Só que o opositor de Deus, satanás, astutamente, explora o apego que sentimos pelos membros da família, por tentar diminuir a lealdade à Jeová e aumentar a lealdade a qualquer outro humano, incluindo os membros da família. A lealdade mal orientada pode resultar em tragédia na relação com Jeová; por isso é sábio prestar atenção ao conselho de Jesus registrado em Mateus 10:37 “Quem tiver maior afeição pelo pai ou pela mãe do que por mim, não é digno de mim”. Assim como disse o versículo de Salmo, Jeová acolhe seus servos leais na aflição e nunca deixa faltar o necessário.
A lealdade a Jeová em primeiro lugar resulta em bençãos, por exemplo, foi relatado que quando uma cristã a muito tempo inativa entrou em uma relação marital adúltera, os filhos limitaram a associação com ela, quando ela disse: “Será que para vocês a vida eterna vale mais do que eu?”, eles disseram: “Nossa relação com Jeová vale mais do que qualquer outra coisa”. A mulher sentiu um tremendo impacto, se arrependeu, foi restaurada sua espiritualidade e hoje serve como publicadora ativa das boas novas. Que nossa confiança em Jeová seja similarmente firme.
15/07/2014; Gênesis 10:09; [sem referência específica]
A Bíblia diz que Ninrode foi um “poderoso caçador em oposição a Jeová”. Este homem foi o primeiro a se distinguir como “poderoso caçador” não para as necessidades, mas para a adquirir prestígio e fama. Antigamente a caça estava ligada com o heroísmo e o espírito guerreiro, e isso fica evidente no caso de Ninrode, pela intima relação com a edificação de oito cidades. Ninrode queria ser lembrado e adorado pelas pessoas, e isso o tornou um instrumento de satanás. Ele agiu com rebeldia ao propósito de Jeová, de modo a ajuntar as pessoas em um só lugar para promover a construção de uma alta torre e uma falsa religião universal; contrariando a indicação de Jeová das famílias se espalharem sobre a Terra. Porém Jeová frustrou seus planos por confundir a língua das pessoas, criando vários idiomas e espalhando-os da superfície da Terra.
Nem ao menos o nome de nascimento desse homem ficou registrado, visto que Ninrode deriva de uma palavra que significa “ele se rebelou”, esse homem só é conhecido pelo nome descritivo que os orientais costumavam dar depois da morte da pessoa, ou pela palavra que ele costumava usar para incitar outros: “rebelemo-nos”, ou seja, “ninrode”. É óbvio que essa pessoa não fez para si um nome célebre, em vez disso o nome Ninrode marcou-o para sempre como rebelde insolente que tolamente desafiou Jeová Deus.
03/07/2014; 1Samuel 25:32,33; [W77 01/3 p131]
· Jeová ajudou Davi a encontrar o autodomínio por meio de um representante humano
· O autodomínio é um dos frutos do espírito santo e, consequentemente, uma das facetas da personalidade cristã
· Na lista do fruto do espírito o amor vem em primeiro lugar
· Se o amor operar de modo perfeito e constante a pessoa exercerá o autodomínio
· Alguém pode ter alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé e brandura. Pode tê-los praticado sempre, mas perdendo o autodomínio, ele pode temporariamente perder também todas as outras qualidades e desse jeito pode causar dano irreparável à sua própria vida e a de outros
· Visto que somos imperfeitos precisamos exercer constante vigília
· Cristãos ora para exercer o autodomínio
· Quando Jesus ensinou: “não nos leves à tentação” é para que Jeová lembre-se da gente e erga claros sinais de “pare” quando estivermos em uma situação provadora
· Mas Jeová não causa isso à força, ele fortifica os pensamentos da pessoa com pensamentos certos, que procedem da sabedoria divina. Jeová “lhe provê a saída afim de que possamos aguentar a tentação”
26/06/2014; Provérbios 4:18; [sem referência específica]
Uma das destacadas qualidades de Jeová é a justiça, a Bíblia diz que todos os seus caminhos são justiça, e os servos de Jeová por conhecê-lo e imitá-lo, são considerados justos.
Talvez alguns servos de Jeová tiveram uma conduta desenfreada no passado, mas por começarem a trilhar a vereda de Jeová, a conduta da pessoa foi melhorando; é assim com todos os servos de Jeová, procuram se tornar pessoas melhores, e a melhora da conduta está intimamente relacionada com as orientações de Jeová. É como se o servo de Jeová começasse a trilhar um caminho de madrugada ainda escuro e as orientações de Jeová fosse a luz que vai clareando conforme a pessoa vai caminhando pela vereda, ou seja, acatando e desenvolvendo a espiritualidade nos conselhos e nas orientações espirituais de Jeová.
Jeová proporciona um esclarecimento progressivo das verdades bíblicas aos seus servos e à sua organização, e nos ajuntarmos a esses esclarecimentos aumenta nossa compreensão dos assuntos espirituais e nos fortalece na fé.
11/06/2014; Mateus 19:6; [W11 15/1]
Jeová Deus é o originador do casamento e ele é descrito como aquele que confere toda a boa dádiva e todo o presente prefeito, e esse presente é uma demonstração de seu imenso amor pela humanidade. Jeová também conferiu instruções específicas para que o casamento seja bem sucedido, como as instruções do versículo lido. Mas muitas pessoas hoje tomam decisões conjugais dando pouco ou nenhum valor às orientações de Jeová. Alguns são contra o casamento ao passo que outros tentam redefini-lo para adequá-lo aos seus próprios desejos. Eles desconsideram o fato de que o casamento é uma dádiva de Deus, e que ao desrespeitá-lo, desrespeitam também seu originador, Jeová Deus.
Muitas vezes, por isso, os casais hoje enfrentam decepções e outros desafios, enfraquecendo uma qualidade essencial que é a lealdade. Um casamento sem lealdade não vai pra frente, a lealdade é como um muro que protege uma casa contra visitas indesejadas e perigos, dando aos moradores certa segurança. Jeová disse a Adão: “o homem deixará seu pai e sua mãe, e tem de se apegar à sua esposa”. O que isso quer dizer? Preciso reavaliar a ligação com amigos e parentes. Agora marido e mulher devem dar primeiro tempo e atenção um ao outro, amigos e parentes não podem mais ter prioridades em detrimento da nova família, nem o casal deve permitir que os pais interfiram em suas decisões ou desacordos. Eles devem apegar-se um ao outro, esta é a orientação de Deus. Assim quando marido e mulher são leais, eles podem conviver em segurança e abrir seu coração um ao outro, fazendo que o amor aumente. De fato, a lealdade é vital.
03/06/2014; Lucas 22:24; [W10 15/8]
- Status, hierarquia, posição social
- Supervalorizam
- Sociedade prezava conceito
- Versículo mostra / apóstolo laço
- Jesus ficava magoado / por destaque
- Jesus que sempre estava com os apóstolos ensinando valores preciosos de humildade
- Foi também o maior exemplo / humildade
- Por exemplo / fariseus desonrados / olhos dos homens
- Tramavam debates públicos / saiam feridos na honra
- Tramavam uma morte humilhante
- Motivo de zombaria
- Mas sabemos que os apóstolos / tempo / corrigiram
- Prezavam o que era preciosa aos olhos de Jeová
- Os cristãos fazem o mesmo
- ... ao casa em casa pregam o que é precioso... humildade
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