domingo, 10 de novembro de 2013

Essa menina que me tira a paz
E me atormenta pelo mal que faz
Quisera nunca tê-la visto mais
Não incutiria mais nenhum dos ais

À esta mulher me apaixono fácil
Eu com você juntinhos num riacho
Vem meu amor, me ajude a transformar
A dor em bem que é de se apaixonar

Sua formosura é como o acalanto
Dos homens coleciona seus encantos
De todo coração que se incendeia
Na chama viva que seu riso ateia

És tão sublime, de tamanho encanto
Tão facilmente me arrancara o pranto
Por decisão mais que inconsequente
Por entregar-se a homem descrente

Rasquei minhas vestes por lamentação
Foram as vestes de meu coração
Por toda emoção que eu senti
E se eu te clamo é que eu zelo por ti

Porque te amo e quero o teu melhor,
Digo para mostrar o mal que intenta
Qual a moral que um descrente sustenta?
É como estar sozinha ou virar pó


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