segunda-feira, 26 de novembro de 2012

“Este conhecimento é um privilégio que Deus reserva para si mesmo e do qual o homem, por pecar, deveria lançar mão, Gên. 3:5, 22. Por isso não significa onisciência, que o homem decaído não possui; nem é a discriminação moral, pois o homem não-decaído já a tinha e Deus não poderia recusá-la a um ser racional. É o poder de decidir por si mesmo o que é bom e o que é mal e de agir de acordo com isso, uma exigência de completa independência moral pela qual o homem recusa reconhecer sua condição de um ser criado. O primeiro pecado foi um ataque à soberania de Deus, um pecado de orgulho. . . .”

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