Se eu falar em línguas de homens e de anjos, e se eu tiver o dom de profetizar, e estiver familiarizado com todos os segredos sagrados e com todo o conhecimento, e se eu tiver toda a fé, de modo a transplantar montanhas, e se eu der todos os meus bens para alimentar os outros, e se eu entregar o meu corpo, para jactar-me, ...mas não tiver amor, nada sou.
O amor é longânime e benigno. O amor não é ciumento, não se gaba, não se enfuna, não se comporta indecentemente, não procura os seus próprios interesses, não fica encolerizado. Não leva em conta o dano. Não se alegra com a injustiça, mas alegra-se com a verdade. Suporta todas as coisas, acredita todas as coisas, espera todas as coisas, persevera em todas as coisas. O amor nunca falha. Agora permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor. Tende intenso amor uns pelos outros, porque o amor cobre uma multidão de pecados. Realmente, o objetivo desta ordem é o amor, proveniente dum coração puro, e duma boa consciência, e duma fé sem hipocrisia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário