Certa vez Moisés por um momento refletiu explicitamente a glória de Jeová Deus; por Jeová ter permitido que a pele de Moisés brilha-se (assim que desceu do monte Sinai com as tábuas da Lei), mostrando a todos a autoridade de Jeová por intermédio de seu designado. Apesar de não conceder a todos os seus servos um sinal igualmente extraordinário de sua glória, como concedeu ao seu temente servo Moisés, refletimos a glória de Jeová (nos termos das condições humanas atuais), por testemunhar dele para as pessoas e acertamos o seu propósito ao passo que fazemos o exercício da glorificação de Deus por sermos transformados de glória em glória, e assim seremos felizes em fazê-lo.
Como servos de Jeová desejamos honrá-lo em todo momento da vida, porém demasiada vezes em nossa existência não atingimos este alvo porque a humanidade ficou sujeita ao pecado e a morte quando Adão pecou, por conseguinte criou-se uma barreira entre os humanos e Deus, razão pela qual temos uma luta constante que realizamos contra a tendência pecaminosa de nossa carne.
Jeová é um Deus que dá esperança e ele proveu um meio de abolir o pecado pelo sacrifício de resgate de Jesus Cristo. Sabemos que com pecado não se atinge a glória de Deus e é realmente uma benção sermos vistos por Deus como pessoas que podem refletir a sua glória por exercitar fé no sacrifício de Cristo.
Em travar a luta pela fé está o reconhecimento de nossa natureza pecaminosa e esforço em controlar esta inclinação. Também admitir o erro e pedir por perdão, fazer uma autoanálise para viver a altura das normas justas de Jeová e coibir a transgressão de qualquer que seja a natureza de nossa tendência pecaminosa.
O enviado de Deus, Jesus Cristo, foi perfeito e nunca deixou de agradar ao seu Pai e refletir a glória divina, nos deixando um modelo que podemos e devemos seguir. Mesmo que não sejamos perfeitos Jeová leva em conta o nosso esforço e o nosso progresso, e abençoa o empenho sincero de glorificá-lo.
Temos uma importante fonte de referência onde podemos achar conselhos e seguir o modelo de Cristo, esta referência provém do próprio Jeová, e foi posta para que consigamos refletir a sua glória, se realmente prestarmos atenção e empenharmos neste proceder. Esta fonte contém os registros concretos do alicerce de nossa fé; é a palavra de Deus, as Escrituras Sagradas.
Deus não é impaciente para se esquecer de nós, ele sabe que dependemos de revitalização espiritual pela força que provém dele e, se pedirmos espírito santo para desenvolver a fé, resistir às tentações e manejar habilmente a palavra da verdade, ser-nos-á dada, e desde modo glorificamos o nome de Jeová com abnegação, sacrifícios e louvores.
A classe de ungidos que Deus designou para cuidar de suas preciosas ovelhas, foram incumbidos de fornecer alimento espiritual na hora certa. É nas reuniões que este alimento é distribuído para que as orientações de Jeová possam agir na pessoa a fim de fazer as alterações espirituais necessárias e melhorar nossa aparência como servos de Jeová.
Para refletirmos a glória de Jeová precisamos ‘nos tornar imitadores de Deus’, isto está envolvido em viver no conceito de Jeová sobre os assuntos. Qualquer outra maneira de viver não é proveniente de Jeová e o desonra. Visto que vivemos num mundo dominado por satanás, é preciso esforço para odiar o que Jeová odeia e para amar profundamente o que ele ama! Precisamos estar convencidos de coração de que o único modo correto de servir a Deus é fazer todas as coisas para a sua glória.
Exercer sabedoria em odiar o que é mal, está incluso em manter-se sempre o mais longe da transgressão e não tentar saber o quão perto se pode chegar sem ser vencido pelo pecado; porque o pecado pode não ser de um ato imediato, mas ele influência a mente na atitude incorreta, e o homem cai porque a carne é tendenciosa para a morte. Da mesma forma, manter-se longe dos apóstatas, não tendo nenhum envolvimento com eles, é essencial para se qualificar a glorificar a Deus, para não contaminar com imundície e a adoração seja sempre pura, porque de nada nos beneficiará procurarmos discutir com uma pessoa que de própria iniciativa decidiu abandonar a Jeová, é pessoa morta com relação ao próprio Deus e ao seu povo.
E com que força arrebatará tal homem para longe do pecado? Digo que com a força do supremo amor, proveniente de um coração zeloso de obras excelentes a fim de que, sendo ele aperfeiçoado, o temor a Deus é positivo, de profundo respeito sendo impedido até de pensar em pecar, por saber que o pecado é contra o Criador. Andemos, portanto, com temor e amor.
O amor não obra o mal, de fato o amor é a edificação de toda a nossa fé.
Por sabermos da seriedade do pecado, da necessidade de lutar contra as inclinações pecaminosas, podemos treinar a consciência a agir imediatamente quando sobrevier a tentação, e com rogos Deus fortalecerá a fazer o que é certo em qualquer situação.
Para glorificar a Jeová temos de lutar contra as forças espirituais malignas. Satanás tenta sem cessar roubar a glória que só pertence a Jeová e fazer todo o esforço possível para destruir nossa ligação com Jeová, mas é contra ele o golpe quando milhões de humanos imperfeitos mantêm-se íntegro e glorifica a Jeová neste mundo iníquo.
Estejamos decididos a persistir em glorificar a Jeová, aconteça o que acontecer. Ele certamente se alegra de que tantas pessoas leais dão o seu melhor para imitá-lo e refletir a sua glória. Ansiamos muito o dia em que podemos refletir a glória de Jeová com perfeição e louvá-lo para sempre.
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