domingo, 23 de outubro de 2011

Empenhe-se pela paz (w11 15/08-T)

A humanidade está em constantes divisões em todos os segmentos, tão altos até em pessoas que vivem na mesma cultura. Mas existe um povo que não é dividido, nós temos a palavra de Deus em nossas mãos para nos beneficiarmos em cultivar qualidades, entre elas as que formam o vínculo unificador da paz, a saber, o amor e a justiça. Embora estejamos espalhados entre as nações somos realmente um só povo, não fazendo parte do mundo, ou seja, não tomando parte nos assuntos relativos à governança deste sistema de coisas, mas unidos pela paz que vem de Deus em uma só fé mediante Cristo Jesus para o vindouro sistema de coisas, o paraíso terrestre, e as bases para este paraíso terrestre vigora hoje na preservação da paz que mantemos para com todos, especialmente para os aparentados conosco na fé, nosso esforço de um paraíso espiritual.

‘Todos nós tropeçamos muitas vezes’, e muitos erros contra o próximo pode ter sido cometido, o que fazer? Perdoa e esquece, isto é, não levar em conta o dano, mas perdoar-nos liberalmente, pois “é de beleza passar por alto a transgressão”. Caso uma ofensa seja grande demais para ‘passar por alto’, então resolva prontamente o assunto não ficando ‘encolerizado’ mas expondo a ‘falta dele entre ti e ele só’, se não ouvir, então relate aos anciãos, se não ouvir, então ‘fala à congregação’, se não ouvir, seja ele tido como pessoa das nações.

O proceder em certos costumes ou hábitos é um assunto pessoal, e quando não se confronta com Jeová, conforme Ele vai conduzindo a congregação, então devemos nos ajustar, tolerar e aceitar para não servimos de pedra de tropeço para a alma de tal homem.

Os anciãos foram designados por Deus para manter a paz na congregação e um dever dele é ouvir o clamor queixoso do ofendido, mas assim como tem que ser com todos, principalmente com homens de autoridade, não devem agir precipitadamente para o lado de quem primeiro relata a ofensa, mas tomar uma decisão justa pedindo o espírito santo de Jeová para agir sabiamente e confiar na orientação divina por consultar a Palavra de Deus e as publicações do escravo fiel e discreto, pois o relato do fato é limitado ao chegar aos ouvidos dos anciãos e não se conhece plenamente os detalhes que desencadeou o fato. Se um cristão souber de um pecado sério cometido por um irmão, ele deve incentivá-lo a confessar o erro aos anciãos. Se o transgressor não fizer isso, o cristão que soube do erro deve relatá-lo. Deixar de fazer isso num mal orientado esforço de manter a paz com o pecador faz com que a pessoa macule a si própria e a congregação por estar agindo em atitude de tolerância do proceder iníquo. A Palavra de Deus diz em Tiago 3:17: “A sabedoria de cima é primeiramente casta, depois pacífica”, significa isto que colocar os altos padrões de moral de Jeová e Seus requisitos justos à frente, dá margem ao tormento entre o povo de Deus? Obviamente não! Porque a justiça é um dos constituintes da paz.

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